O filme conta a história de um médico (Luiz Carlos Vasconcelos) que se oferece para realizar um trabalho de prevenção a AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade dos cárceres, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Porém, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-52585
FORMULÁRIO PARA COMENTÁRIOS E DISCUSSÃO
Prezados alunos, após assistirem ao longa-metragem "Carandiru", deverão confeccionar um comentário relacionando a temática do filme com a nossas aulas ministradas na disciplina de Direito Penal II, Sistemas Penitenciários, conforme orientações a seguir:
- Número mínimo de palavras para o comentário: 200
- O Aluno deve identificar-se ao final do comentário

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ResponderExcluirSAYD MIRANDA ALEXANDRE - 4 PERIODO - FEST
ResponderExcluirSINTESE - O FILME BRASILEIRO Diz a respeito do complexo do cadandiru , presidio brasileiro que se encontrava, super lotado,e em situações precárias e de insalubridade,alem de mostrar como funciona de fato a situação de um presidio e seu cotidiano, desta forma, mostra as emoções e paixões dos presos os mostrando como ser humanos que mesmo tendo errado, devem ser tratados de tal forma.
Comparação - podemos analisar no entanto que mesmo após o massacre dentro do presídio, que foi noticiado no mundo todo . o sistema brasileiro em quase nada mudou e em muito dos casos só fez piorar , encontramos as doenças ainda nos presídios, deviso a insalubridade ,a divisão por facções , violencia , consumo de drogas , super lotação alem de um total descrédito do governo em relação ao preso - Fato este que se encontra no filme e pode ser visto no cotidiano - Roraima, Manaus e o complexo de Pedrinhas no Maranhão , que demonstra o descrédito do governo..
LEANDRO MARTINS BANDEIRA - 4° PERÍODO NOTURNO - FEST
ResponderExcluirO filme conta a historia de um de um médico em um presídio no estado de São Paulo, apelidado de "Carandiru", onde o médico buscava a conscientização da população carcerária para a prevenção do vírus da AIDS. Com suas visitas diárias constatou as condições precárias existentes no presídio, como ambientes insalubres, superlotação das celas, consumo de drogas, desrespeitos dos direitos humanos dentre várias outras arbitrariedades relativas à incompetência estatal na ressocialização do apenado brasileiro.
O médico também vivenciou o dia a dia do presidio, ouviu as historias de vida de cada individuo e os crimes cometidos para que o apenado viesse a cumprir sua pena naquele ambiente. Evidenciou também a uma rebelião e a repressão estatal na tentativa de conter os rebelados, repressão essa cheia de arbitrariedades e desrespeito as leis, como execuções e torturas.
Comparando o filme a nossa realidade, constatamos que não mudou muita coisa, tendo em vista a enorme quantidade de presidiários mortos em rebeliões somente nesse ano nos presídios do Amazonas, Rio Grande do Norte e Roraima. Além de evidenciarmos a superlotação dos presídios, onde segundo o ministério da justiça temos uma taxa de superlotação de 161% nos presídios brasileiros.
VALDENIR DE MORAIS LIMA - 4º PERÍODO NOTURNO - FEST
ResponderExcluirO filme Carandiru conta a história do maior massacre de apenados em uma penitenciária estadual. Além das 111 execuções pela Tropa de Choque da Polícia Militar, o filme também retrata as condições precárias das celas e o problema da superlotação.
Ao se fazer uma análise comparativa das condições retratadas no filme com as condições atuais, é possível observar que o sistema carcerário não melhorou em quase nada a vida dos detentos. De forma análoga ao enredo do filme, o sistema prisional não tem as mínimas condições de atender as exigências da Lei de Execuções Penais no que tange aos requisitos de evolução de pena, bem como é flagrante a violação dos direitos dos presos. Além disso, fica muito evidente que inexiste ações de ressocialização dos apenados.
Se olharmos sob o prisma da dignidade da pessoa humana vemos que as penitenciárias tem tanto problemas estruturais e de organização como na sociedade em geral. Não se verifica ações condizentes com o rótulo de escória da sociedade atribuído a eles pelos ultra conservadores. Pelo contrário, se observa ações de solidariedade e um sistema normativo autônomo muito rígido.
O que mais chama atenção é o fato de em 1992 já está escancarada a ineficácia do sistema prisional, através da superlotação quase sempre oriunda da burocracia do judiciário, como situações flagrantes de presos com penas vencidas continuarem presos, pouco foi feito para mudar essa realidade. Aliás, não é prioridade de nenhum governo e muito menos da sociedade a melhoria do sistema carcerário. infelizmente os nossos gestores ainda não assimilaram que o nosso sistema penal não adota a teoria absolutista da retribuição da pena.
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ResponderExcluirLEONARDO DE AGUIAR FONSECA-4°PERÍODO NOTURNO-FEST
ResponderExcluirO filme Carandiru relata uma triste história, baseado em fatos reais, de um massacre que ocorreu no maior sistema penitenciário da amarica latina. Em que, o responsável pela tal execução, dos detentos, foi o própria estado.
Além do mais, o filme explana sobre um ilustre medico que fez um aferimento sobre as piores doenças, e constata que dentre as piores o vilão dentro do sistema carcerário é a AIDIS. Portanto, o medico se comove com tal dilema e resolve proferir uma campanha a fim de conscientizar sobre tal doença.
Em um segundo analise, é perceptível que dentre milhares de pessoas que se encontra de forma degradante e discriminatória, existem pessoas com perspectivas de construir uma nova história, ao cumprir a pena.
Por fim, deixo minhas considerações, afirmando que, muitos anos se passaram. Mas é lamentável saber que muita coisa não mudou, pois ainda persistem as superlotações nos sistemas penitenciários, de forma degradante. Além do mais,um dos grandes flagelos é o consumo de droga, que ainda permeiam até os dias atuais
ELISAMAR SANTANA DE SOUZA - 4°PERÍODO NOTURNO-FEST
ResponderExcluirO filme Carandiru mostra uma triste realidade enfrentada pela sociedade brasileira. O despreparo do sistema carcerário e penitenciário ficam mais que Celas superlotadas, instalações precárias, propagação de doenças sexuais como a AIDS são rotina dentro da casa de detenção.
Atualmente ainda se discute sobre a situação dos presídios em nosso país, sua falta de estrutura e o total abandono têm sido manchetes não só da mídia nacional, mas também dos meios de comunicação internacionais, no qual, destacam reiteradamente em suas principais páginas os graves problemas e negligências aqui vistos. Sendo questionado também por organizações não governamentais, que denunciam reiteradamente às condições sub-humanas e de degradação nos centros prisionais do país.
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ResponderExcluirIngrid Mara de Araújo Bueno 4°período Direito
ResponderExcluirO filme carandiru é um dos filmes brasileiros que achei bom, pois nos mostra a realidade vivida em nosso país, as atuações fantásticas torna tudo muito real, o roteiro é pesado e muito bom, o cenário é perfeito e as histórias dos presidiários é bastante emocionante e chocante. Demonstra a pura realidade que acontece no sistema carcerário. O mais chocante é saber que é uma história real, que infelizmente acontece todas essas barbaridades nos presídios.
Raildo Matos 4.Período Direito-not FEST
ResponderExcluirCarandiru foi um filme de 2003 baseado no livro Estação Carandiru, escrito pelo Dr. Dráuzio Varella, mesmo há mais de décadas retrata a realidade carcerária brasileira atualmente.
O médico, por sua vez, observava atentamente às condições em que os detentos eram submetidos, como à superlotação das celas, a infestação de animais peçonhentos e a exposição dos detentos a doenças como sarna e a AIDS. Pode-se ainda associar o consumo exagerado de drogas à vulnerabilidade psicológica e emocional dos habitantes carcerários. A disputa de poder fazia com que os homens adotassem uma postura ainda mais rígida e intolerante na convivência de uns com os outros dentro das facções, onde havia a imposição de regras e hierarquias que eram temidas e respeitadas pela firmeza daqueles que comandavam o lugar.
Os estereótipos reafirmam uma opressão que o indivíduo possa vir a sofrer por pertencer a determinados grupos, sejam eles raciais, de sexualidade, de gênero, ou sociais, e é de suma importância ressaltar que é inaceitável que tais estereótipos sejam tidos como verdade uma vez que a obra ressalta a história de indivíduos que possuem alteridade e singularidade apesar do meio em que vivem e sobrevivem.
Infelizmente, a arte imita a vida e vice versa, é brutal a nossa realidade.
“Quando os tiros calaram, caiu um silencio de MORTE na galeria” Pag. 290
JULIANA MONTEIRO AMARAL - 4 PERÍODO NOTURNO - FEST
ResponderExcluirO filme Carandiru relata da vida de detentos em uma das maiores casas de detenção no estado de São Paulo, muito conhecida como CARANDIRU. Um lugar que possui regras próprias e condições indigna como foi visto por um médico que frequentava sempre o estabelecimento, em razão de estar realizando um programa de prevenção contra AIDS. O cenário atinge um momento crítico quando um motim ocasiona a morte de 111 detidos. No filme percebemos a presença de eventos do mundo atual e uma forte representação da realidade Brasileira. O Carandiru de 1992 não existe mais. Porém, se parece não ter aprendido nada, pois mesmo depois de longos anos o Estado continua aprisionando em massa e sem sentença, onde presos são submetidos a condições degradantes. A maior tragédia ocorrida atrás das grades foi no Carandiru em 2 de outubro de 1992, mas alguns anos depois um cenário parecido vem à tona; um segundo maior massacre do sistema carcerário que deixou 56 detentos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim em Manaus. Como vemos hoje, muito se fala sobre a precariedade e a falta de estrutura dos presídios em nosso país.
O filme, retrata superlotação, também deixa claro que a cadeia é dividido internamente por facção, ou grupos e que cada um tanto o máximo possível tomar conta do setor ou do presídio, nada diferente dos dias de hoje, onde vários vezes nos deparamos nos noticiários de rebelião dentro dos presídios e que um certo grupo tomou o domínio de todo o prédio, e que os mortos nada mais eram que membros do grupo rival, as palavras do diretor do presidio diz para o médico: "eles são os donos da cadeia, isso só não explode porque não eles (presos) não querem".
ResponderExcluirSituação de pessoas que ainda ão foram julgados e que já estão a 5 anos como o "Barba", personagem do filme que relata tal absurdo, sem falar do acesso as drogas, as enfermidades mortais como a Aids que é propagado dentro dos presídios e que o médico tem a árdua missão de conscientiza-los de se prevenirem.
A super lotação é outro problema abordado no filme que não foge da realidade de hoje, meses atras explodiu rebeliões nos presídios de diversos estados no Brasil devido a superlotação que só favorece os presos de grande periculosidade e desfavorece a sociedade e aqueles presos que estão a espera de um julgamento.
É triste ver que um filme antigo é o retro de hoje.
Paulo Henrique
Fest - 4º período noturo.
BRENDA DOS SANTOS BATISTA -4°PERÍODO DIREITO NOTURNO-FEST.
ResponderExcluirCARANDIRU é baseado em fatos reais, isso torna o filme bem mais interessante. Conta a história de um médico bem respeitado que resolveu fazer um estudo no maior presisdio da america Latina: a casa de detenção de São Paulo, mais conhecida como CARANDIRU. O autor aborda o estudo da doença mais contagiosa do século, a AIDS. filme narra histórias de presidiários, faz denstição de presos e mostra a realidade vivida pelos detentos.Não existe falso moralismo neste filme, ele mostra em panos limpos os acontecimentos dentro da prisão. Os homossexuais eram respeitodos e os estruturadores eram torturados e mortos, o crime estupro é repugnante até mesmo dentre os condenados. O ponto principal do filme era o desenvolvimento rápido da AIDS entre o presos,através de relações, mas era muito mais frequente o uso de seringas compartilhadas. Em todo filme o Dr. Varela expõe os fatos com um certo toque de humor crítico,principalmente na tentativa de fuga. Mas isso infelizmente nao cobre o maior massacre da história já visto em um presisdio brasileiro. Levando assim o incentivo para uma reflexão mas profunda que deverá ser feita por todos nós, telespectadores do filme.
Karlla Dominique C. Silva// 4°período, Direito.
ResponderExcluirO filme narra histórias de vários detentos que tiveram contato direto com o médico, e que contavam suas vidas a cada consulta, histórias do dia a dia de cada preso, uma realidade de muitas favelas e que um trabalho voluntário de prevenção à Aids que a maioria dos detentos,não tinham conhecimento sobre a doença e não sabiam como se prevenir. Este filme “Estação Carandiru” tem as tonalidades da experiência pessoal em que o sistema de detenção era antiquado e desumano, violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo, essa era a realidade desse presidio,o Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, que em todo caso não tinha lugar suficiente pra tantos detentos. Depois que o Dr. Drauzio Varella, criar um ambiente com mais harmonia e paz, acontece uma briga em que todos os detentos participam e acabam, incendiando todo o presidio, onde centenas de policiais se envolvem para conter aquela briga, aquela revolta, que os policiais acabam matando milhares de detentos. A história é triste, até mesmo porque é uma história real que aconteceu na Casa de Detenção de São Paulo,Construída na década de 20, essa historia realmente marcou.
O filme Carandiru mostra uma triste história, a qual foi baseada em um fato real, contudo convém mencionar que o massacre demonstrou a fragilidade do Poder Estatal por meio de seus órgãos de segurança. Todavia, deve-se observar que à época o Estado não assegurava aos detentos o mínimo de dignidade enquanto se humano. O que ocorreu na chacina do Carandiru há décadas passadas reflete no nosso cotidiano, presídios superlotados, enfermidades de tudo quanto é jeito e o que se percebe nos noticiários é a fragilidade das instituições. O que ocorre atualmente nos presídios brasileiros, pode ser comparado com o ocorrido no passado, mais do que tragédias anunciadas, os últimos acontecimentos noticiados pela mídia, a reação da população em geral, demonstra a grave crise carcerária que reside no país, não há dúvidas de que nosso sistema encontra-se gravemente enfraquecido.
ResponderExcluirFrancisco RANGEL Pereira Morais
4º período noturno - Fest
DÁTILA RODRIGUES DE CARVALHO - 4° PERIODO NOTURNO - FEST
ResponderExcluirCarandiru é um filme de personalidade inconstante, frio em certos momentos e inexplicavelmente pretensioso em outros. O objetivo de Babenco é causar através de suas imagens. Imagens esta que não poupam esforços em exibir a “desglamourização” das situações dos presidiários, ao mesmo tempo em que injeta uma estranha poesia dentro de suas mesmas condições. Nada mais impactante, entretanto, do que os momentos finais do longa, onde acompanhamos o genocídio cometido durante uma rebelião dos presos, onde Babenco mistura cenas ficcionais com imagens documentadas, alcançando assim um nível de choque. Talvez a sequência seja um tanto reducionista, afinal, a polícia é retratada apenas como sendo a vilã da história, o que impede que alguma imparcialidade exista neste ponto. Mas julgar o filme por essa vertente seria injusto, já que o que vemos na tela é aquilo que foi retratado de forma pública: o massacre aconteceu, milhares de vidas foram tiradas naquele dia, e tais lembranças foram enterradas em míseros segundos, no ano de 2002, quando o prédio foi demolido. Ao concentrar sua força nos fatos que marcaram a existência daquele presídio, e não nas pessoas que eram mantidas lá, Babenco prova que seu objetivo estava mais para relatar a história com o máximo de fidelidade possível, deixando a voz do acontecido falar por si só. Assim, Carandiru, apesar de estar longe de merecer o status de clássico brasileiro, ainda se mostra um relato sincero sobre um dos fatos que marcaram a história do nosso país, assumindo bastante relevância dentro de nosso contexto histórico.
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ResponderExcluirGABRIELLA MILHOMENS TAVEIRA - 4º P. NOTURNO DIREITO - FEST
ResponderExcluirO filme CARANDIRU é um baseado em fatos reais. A história do maior presidio da America latina, situado em SÃO PAULO, que foi criado em 1920. O filme foi dirigido por Hector Babenco e lançado em 2003. O filme traz um medico que foi trabalhar no presidio, e acabou vendo a situação, até então imaginada como péssima, com outros olhos, se tornando um fiel conselheiro e amigo de diversos presos.Conta diversas histórias de vários detentos que tiveram contato direto com este médico, este que, lhes dava momentos de boa conversa, onde estes podiam se sentir seguros para contar sobre suas vidas e o que lhes levou até ali, sem o medo de serem julgados pelo seu passado e presente. O médico, por sua vez, observava atentamente as condições em que os detentos eram submetidos, como a superlotação das celas, a infestação de animais peçonhentos e a exposição dos detentos a doenças como sarna e a AIDS. A campanha de prevenção a AIDS chegou a detenção quando inúmeros homens já haviam contraído o vírus.
O filme aborda alguns assuntos interessantes como a crise do sistema carcerário, doenças, como a pior do século, AIDS e o homossexualismo.
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ResponderExcluirO filme trata da realidade do sistema carcerário Brasileiro
ResponderExcluire narra histórias de vários detentos que tiveram contato direto com o médico, que além de prestar atendimento clínico aos presos, lhes dava momentos de boa conversa, onde os detentos podiam se sentir seguros para contar sobre suas vidas e o que lhes trouxe até ali, sobre sua rotina dentro da cadeia, e falar mais abertamente sobre suas relações sexuais e amorosas sem o medo de serem julgados por seus atos. o filme surpreende por mostrar um lado antes não conhecido de um lugar tão escondido de nossa sociedade. Saí do filme com a impressão que o médico narrador cumpria a missão de amenizar o sofrimento dos presos, cuja razão não lhe caberia interrogar, muito menos julgar. Algumas cenas me emocionaram quando do rebanho de bichos-homens destacavam-se singularidades que me faziam lembrar a vida, as chances de vida, as potencialidades perdidas. Ali também parecia não existir mais saída!
fica claro que não procurou nenhuma fonte oficial, como a Policia Militar de São Paulo. O que filme é inteiramente baseado em relatos de presidiários que sobreviveram ao massacre, podendo deixar um certo ar de parcialidade, de defesa dos presos.
WALQUIRIA BRANDAO NOGUEIRA
4 ° PERIODO NOTURNO
FEST
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ResponderExcluirRAIMUNDO SANTOS - 4 PERIODO DIREITO - FEST
ResponderExcluirO FILME E BASEADO NOS RELATOS DE UM MEDICO QUE TRABALHAVA NO COMPLEXO DO CARANDIRU , UM PRESIDIO NOS MOLDES DO SISTEMA BRASILEIRO , SUPER-LOTADO E CUJA AS DOENÇAS SE EXPALHAVAM DE UMA FORMA SUPREENDE , COMO A AIDS RETRATADA NO FILME, O FILME TAMBEM PROCURA TRAZER COMO E O DIA A DIA DENTRO DO PRESIDIO, MOSTRANDO AS TRISTEZAS E FELICIDADES DOS APENADOS , COM A SUPER-LOTACAO E DOENCAS QUE SE ALASTRAVAM PELO PRESIDIO. EM UM BELO DIA DE JOGO DE FUTEBOL , APOS ALGUMAS CONFUSÕES, VEIO A SURGIR UM MOTIM , QUE VEIO A GERAR O ASSASINATO DE 111 PRESOS , QUE INCLUSIVE FOI AUTORIZADO PELO ESTADO.
COMPARANDO COM O NOSSO SISTEMA ATUAL , VEMOS QUE QUASE NADA MUDOU, UMA VEZ QUE OS PRESIDIOS CONTINUAM superlotados E O ESTADO CONTINUA INERTE PERANTE OS APENADOS.
Audinéia Alves Porto -4°PERÍODO DIREITO NOTURNO
ResponderExcluirO Filme Carandiru, foi baseado no Livro do famoso médico Drauzio Farella, onde relata as injustiças do sistema carcerário brasileiro. Ele mostra a realidade do Brasil dos excluídos. Resume a visão de um médico dotado de profundo senso humanitário de um ambiente alijado de qualquer noção humanista. Varella não precisou “tomar” partido, “defender” um ponto de vista ou até mesmo usar de recursos grosseiros de linguagem para retratar o cotidiano de um microcosmo dos inúmeros problemas sociais brasileiros. Seu relato, como todo grande relato, deixa as conclusões em aberto e contenta-se, exclusivamente, em dividir com o leitor o testemunho da desumanidade latente nos presídios. Talvez seja a generosidade desse olhar que indique o caminho da salvação.
A filmagem de Estação Carandiru, portanto, tinha como grande desafio reconstruir, a partir dos mecanismos da ficção, a brutalidade do cárcere, a crueza do convívio e a enfermidade comum dos presidiários, vítimas potenciais não apenas da AIDS, razão principal da presença do doutor ali, mas de envolvimentos com drogas, icterícias, verminoses, hanseníase, lepstopirose e de tantos problemas psicológico.
Carandiru, história baseada em fatos reais e no livro escrito pelo médico Drauzio Varella (Luiz Carlos Vasconcelos), começa quando ele resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, vítima de um dos dias mais negros da história do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Ali, o médico toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de inferno na terra. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. Oncologista famoso, habituado a mais sofisticada tecnologia médica, Dráuzio Varella pratica a medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.
ResponderExcluirMARIANA FERNANDES FEST 4 PERIODO NOTURNO
o Filme Caranduru baseado em fatos reais, mostra a falta de estrutura de um dos mais conhecidos presídios do país, onde presos não possuem direitos, não tem acesso à saúde, superlotação e muita violência, fazendo com que seja conhecido como o inferno na terra, onde um médico resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS, mesmo local esse, onde a polícia exeutou 111 presos, com o pretexto de manter a ordem no lugar. Mesmo o local sendo conhecido por tantas coisas ruins, o médico descobre que entre os presos, há uma "organização" para que haja uma "boa" convivência, vendo que há extremo respeito pelos homossexuais, acepção de pessoas de acordo com seus crimes e desprezo para com os estupradores, que são sentenciados à morte pelos próprios detentos. O filme mostra que aqueles detentos não são "bichos de 7 cabeças", mas também não são inocentes e devem pagar pelos seus crimes. O sistéma carcerário precário não é um problema apenas em um ou outro presídio no Brasil, mas em sua grande parte os detentos vivem desumanamente, tendo que aceitar como é tratado e como seus direitos são arrancados de si com tanta facilidade e como são castigados bem além de suas penas.
ResponderExcluirBruna Kalini - 4º Período de Direito/Noturno
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ExcluirO filme*
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ResponderExcluirBEATRIZ GOMES DA SILVA
ResponderExcluir4° Período Direito Noturno – FEST
É um filme baseado em fatos reais, onde é relatado a história de um médico que resolve fazer um estudo na Casa de Detenção do Estado de São Paulo mais conhecido como “CARANDIRU” com o objetivo de prevenção contra a AIDS. O médico observava por sua vez o modo em que o presos eram submetidos, as celas superlotadas, insalubridade daquele lugar, manifestação de animais peçonhentos e até mesmo a exposição dos detentos a doenças como a AIDS e sarnas. Desse modo comparando com o dias atuais nota-se que muita pouca coisa mudou continua as mesmas situações precárias, celas superlotadas um ambiente propício a proliferação de epidemias e contagio de doenças, outra coisa que é bastante presente até os dias de hoje são os abusos e agressões cometida por agente penitenciário e por policiais após a ocorrência de rebeliões e tentativa de fuga. Já nesse ano de 2017 observamos vários presidiários mortos em rebeliões que aconteceu em Manaus, Roraima, Rio Grande do Norte que ao todo foram mais ou menos 126 mortos. O descaso no que se relaciona ao sistema prisional fica bastante claro o abandono. Carcerário que já estão a muito tempo presos sem ao menos ter passado pelo julgamento e outros com suas penas vencidas onde nada é feito pra mudar essa história.
Wanderson Moreira acadêmico 4° período Fest noturno
ResponderExcluirO filme Carandiru aborda o cotidiano dos detentos em nosso sistema prisional, onde se evidencia não só o perfil de cárceres e seus ocupantes, características essenciais e vergonhosas do proprio Estado a sua omisso, o sistema penal brasileiro adota a teria mista agora como pode haver ressocialização se o poder público se mostra incapaz de garantir a vida é a integridade física de pessoas sob sua Custódia não oferece condições dignas para o cumprimento da pena. Mais de uma década depois do lançamento do filme (2013),e a precarização contínua, hoje o país é o quarto com maior população carcerária do mundo se fala muito em reforma do sistema panitenciario,porém acredito que o que deve acontecer na prática é a efetivação implementação ordenamento jurídico, os órgãos competentes tem que funcionar.
s o Carandiru não podia ser considerado apenas um presídio, era uma sociedade à parte, um microcosmo auto-sustentável sem precedentes no sistema carcerário do Brasil.
ResponderExcluirFoi com a intenção de desvendar esse mundo que o médico Dráuzio Varella escreveu o livro Estação Carandiru. Usando como base histórias dos próprios presos, Varella reconstrói a história e a vida deste local tão marcante da cidade de São Paulo.
O doutor Dráuzio Varella foi o médico responsável do presídio por mais de 10 anos, ou seja, quase ninguém lá dentro tinha experiência o suficiente para contar o que ele sabia. Sua idéia era realmente explicitar o funcionamento do local, mas acabou contando a história de vida de muitos presos, permeada com sua própria vida na cadeia.
Dizer que o presídio era auto-sustentável, significa que ninguém precisava intervir para o seu bom funcionamento. Cada um tinha sua função, o respeito hierárquico era grande, existia uma política de compra de local para dormir, ninguém mexia com a mulher dos outros em dia de visita. Tudo isso e muito mais foi organizado sem a ajuda do governo. Foi feito pelos próprios presos durante muitas décadas.
Karlene s. Pinheiro
4• período de Direito noturno FEST
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ResponderExcluirLUCAS SOISA SILVA, -4°PERÍODO DIREITO NOTURNO -FEST.
ResponderExcluirO filme Carandiru é baseado em fatos reais e narrada por um médico que trabalha no maior presídio da America Latina, o Carandiru. Nele, o médico trabalha em diversos casos de doenças, em especial a AIDS, e mantém uma forte relação de amizade com os presos. Esses presos contam uma parte de sua vida a esse médico e como chegaram até ali, expondo o lado humano ao qual imagina-se que não exista, e que parte da sociedade não acredita. No filme mostra a insalubridade da prisão, a superlotação, os conflitos internos por facções, a esperança por liberdade, a falta de dignidade vivida pelos presos e a total omissão do Estado com todos os problemas relacionados ao sistema carcerário. A realidade mostrada no filme não é tão distante como se imagina, pois no incio do ano de 2017 ocorreram diversas rebeliões em alguns estados brasileiros (Manaus, Roraima, Rio Grande do Norte) deixando mais de 100 mortos, quase o mesmo número deixado no massacre do Carandiru, que foram 111 mortos.
O filme Carandiru faz referência á uma realidade que é vista hoje no Brasil, na qual podemos observar a superlotação nas prisões, a falta de saúde, higiene e os devidos cuidados que deveriam ser garantidos aos presos.
ResponderExcluirNo filme, o médico é dirigido até a prisão para um trabalho de prevenção contra Aids, e tem contato direto com os presos, e o mesmo tem a oportunidade de ouvi-los e saber mais de sua historia, passando então a ajudá-los. Em meio a varias pessoas ali encontradas, é notável um pensamento de mudança de vida após o cumprimento da pena por parte de alguns deles.
a violência exposta no filme não é diferente dos dias atuais, na qual nos deparamos com noticiários de violência e morte nas prisões, sendo uma das principais causas, a superlotação, que é um dos principais motivos que trás a revolta aos presos, o que é uma triste realidade
LUAN SOUSA SILVA
4 PERÍODO, DIREITO NOTURNO
FEST
FEST - KÁSSIA DINIZ SILVA 4º PERÍODO DIREITO NOTURNO.
ResponderExcluirNo que tange ao filme Carandiru,destacamos que o mesmo demonstra claramente a real situação do sistema prisional brasileiro, que se encontra em situação caótica e precária. Notadamente pela superlotação existentes em nossos presídios, ,sendo este seu principal problema, acarretando uma total falta de higiene, se transformando em um problema de saúde pública. expondo os apenados em condições sub-humanas, que afrontam diretamente a dignidade da pessoa humana e o principal objetivo do sistema prisional adotado em nosso país, que é a ressocialização do apenado,de forma a inseri-lo novamente na sociedade.
Ademais, o filme demonstra ainda o despreparo da policia brasileira, em casos de rebeliões e motins nos presídios, pois naquela ocasião foi ceifada inúmeras vidas de forma brutal e irresponsável.
Por fim, destacamos que mesmo com a medida de implosão do Carandiru dando fim aquele presidio, a politica brasileira para amenizar o problema prisional, anda em passos lentos, pois pouca coisa mudou daquela época até a presente.
AMANDA KERVELLIM DA COSTA SILVA
ResponderExcluir4º PERÍODO, DIREITO- NOTURNO
FEST.
O filme Carandiru faz uma ressalva a nossa realidade, entre elas a a superlotação e as más condições de detenção são alguns dos principais problemas, mas o sistema penitenciário brasileiro segue igual ou, na verdade, pior. Na verdade o que parece, é não ter aprendido nada com o Carandiru: décadas depois, o Estado segue aprisionando em massa e sem sentença, submetendo presos a condições degradantes, e continua incapaz de responsabilizar e reparar a violência policial que inflige.
O filme traz de forma real como era a vivência no maior presidio da America Latina, relata bem a história de cada detento, são ambientes e locais desumanos, abordam situações que causa nojo em determinado momento, Dr. Drauzio em meu olhar cirúrgico é a parte mais importante do filme, a forma que ele tentava conscientizar os presos, tentando de alguma forma passar a importância de se previnir, pois a Aids ja era algo que ja tinha saido de controle no "carandiru". Roubos, mortes é algo comum no filme o mais interessante é que mesmo tendo esse grande exemplo nada mudou nos presídios do Brasil é incrível a ineficiência do Estado até os dias atuais. Fiquei decepcionado com a parte final do filme, nao gostei muito, o motivo que gerou a briga entre os presos, foi muito banal, para tanto. Achei que a classe policial foi desrespeitada, porque colocou os bandidos como as vítimas e os policiais como assassinos e impiedosos (Monstros).
ResponderExcluirO filme Carandiru, baseado no livro do Dr Dráuzio Varella, conta a passagem do médico no maior complexo penitenciário da América Latina.
ResponderExcluirCom o intuito principal de tentar combater a doença do século, a AIDS, Varella têm experiências marcantes com os detentos, o que o faz querer contar as misérias da vida, a hierarquia penitenciária, a história de seres humanos, o que descontrói mitos popularizados na mente das pessoas, como a violência.
Mas o filme também não faz a defesa dos presos, deixando clara a posição do autor de que os criminosos devem ser punidos de acordo com a lei, entretanto, há diferentes tipos de crimes e, portanto, diferentes tipos de pessoas nos presídios, o longa mostra como a sociedade, em geral, os coloca dentro do mesmo “saco” e como isso reflete dentro da penitenciária. Essa distinção que Varella não vê fora do cárcere, existe entre os presos. O tratamento dado ao assaltante é diferente do que é dado ao traficante, por exemplo.
De modo simultâneo, havia casos de solidariedade a prisioneiros com problemas de saúde e grande respeito aos homossexuais, geralmente considerados “mulheres de cadeia”, no Carandiru, tinham direito a casamento. O filme conta também sobre suas palestras, shows de Rita Cadillac, sessões de cinema, o desprezo aos prisioneiros que se emocionam, o tráfico e a corrupção dos guardas, mostrando como o Carandiru era uma sociedade à parte, quase autossuficiente. Contando também com senso de humor, histórias sobre como acontecia a proliferação do vírus HIV nas sessões coletivas para uso de drogas; fazendo do filme um relato verdadeiro, nu e cru, sem intervenções de fontes oficiais.
Depois do massacre de 111 presos, para manter a ordem local, o Dr Dráuzio Varella consegue contar uma história humanitária, no presídio conhecido como o inferno na terra, o filme Carandiru surpreende por mostrar o lado de quem o viveu.
ANDRESSA SANTOS ALMEIDA PINTO - 4º PERIODO - DIREITO NOTURNO -FEST
O filme Carandiru conta a história de presidiários que vivem no maior presidio da America Latina, e mostra realidades diferentes do que a sociedade pensa, são pessoas distintas que vivem em um só lugar, e cada um tem um motivo diferente de estar ali, cada um cumpre pena pelo crime que cometeu e são pessoas que tem uma vida e uma familia fora daquela realidade, o crime que não é perdoado de forma alguma lá dentro é o crime de estupro, os presos não aceitam o crime e lá dentro existe a lei interna para quem comete tal crime, os homossexuais que cumprem pena são respeitados pelos presos por serem considerados "as mulheres" do presidio, o dr. Luis cuida da saúde dos presos e é muito respeitado lá dentro, ele tenta aconselhar os presos a previnirem-se contra a aids a doença que se espalhava rapidamente entre eles por manterem relação sexual sem preservativos, o filme ensina uma lição de vida, cada um ali dentro cometeu um erro e está pagando por ele e que a sociedade tem que ver as pessoas de uma forma diferente.
ResponderExcluirGraziella Patriny da Silva Costa
4 Período Direito Noturno FEST
A ineficácia do sistema prisional brasileiro é nítida e notória, sobre tudo no processo de ressocialização, e o filme Carandiru retrata essa realidade de uma forma bem direta.
ResponderExcluirEm todos os aspectos o quadro geral das penitenciárias é estarrecedor, as situações sanitárias das unidades, em todo país, são em sua maior parte degradantes com proliferação do HIV, da sífilis, entre outras doenças, incluindo também uma constante de crueldade e falta de humanidade que paira sobre as selas.
Esse caos nos estabelecimentos prisionais brasileiros é histórico, a violência e a desordem é uma constante que flui através do inchaço decorrente de um sistema prisional onde se prende muito, mas se prende mal.
Para que haja uma mudança será necessário uma série de providências sérias, a serem tomadas por parte da união.
Nayara Nunes Sousa
4 período noturno
Carandiru,Varella pretendeu educar e conscientizar os presos sobre os perigos e a conseqüência que a AIDS iria acarretar na vida deles.Na sua estadia ele aos poucos foi criando um certo relacionamento com os presos o queo levou a escrita do seu livros baseado também nas historias que eles contam e com isso a confiança que eles tinham nele foi aumentando cada vez mais.
ResponderExcluirO filme consegue revelar ao publico tanto estrangeiro como brasileiro um universo desconhecido que existe no centro de detenção de São Paulo,pois ate então muito pouco se sabia a respeito da vida e do cotidiano dessas pessoas. O Carandiru sofreu a maior rebelião do Brasil chegando a mais de 100 presos assassinados em celas da penitenciária.
André Miiller de Carvalho Santos
4 período FEST
VICTORIA MARIA M F CAMPOS, 4º Período/Noturno FEST.
ResponderExcluirA vida numa das maiores penitenciárias do Brasil a Casa de Detenção de São Paulo, mais conhecida por Carandiru. Um mundo feitode regras próprias e condições degradantes tal como foi apreendido por Drauzio Varella, um médico que visitou regularmente aquele estabelecimento pois estava realizando um programa de prevenção da AIDS. A situação atinge um clímax dramático quando a repressão de um motim leva à morte de 111 detidos.Carandiru é um filme brasileiro de 2003 , e foi produzido por Hector Babenco. Babenco realizou uma superprodução baseada no livro Estação Carandiru do medico Dráuzio Varella,onde ele narra suas experiências com a dura realidade dos presídios brasileiros em um trabalho deprevenção a AIDS. No filme podemos perceber a forte presença dos eventos do mundo histórico que habitamos e também a influencia da estética do documentário de representação social. O filme oferece argumentos sólidos para a representação da realidade brasileira atual e o narrador ele vivencia a maioria dos acontecimentos e compartilha com o espectador suas experiência.
O carandiru relata a maior chacina em presidios brasileiros, a policia militar toma suas proprias providencias e resolve matar 111 presos alegando resolver um problema. Apesar do presídio não possuir uma organização, os prisioneiros, por sua conta tendem à organizar-se, definindo pessoas de acordo com os crimes cometidos, chegando a punir os estupradores com a imposição da morte. O filme mostra um médico que começa um trabalho para prevenção da AIDS dentro do complexo, que com a convivência percebe que esses presos, não são os monstros que nós imaginamos, onde até respeitam os direitos dos seus companheiros, inclusive a sexualidade de cada um.
ResponderExcluirCícero Hallysson - 4º Período de Direito noturno
O filme exterioriza de maneira autentica a triste realidade enfrentada dentro dos presídios brasileiros, apresentando-nos claramente como vive os detentos no sistema carcerário e/ou penitenciário no Brasil, nos mostra o quanto esse sistema é despreparado para enfrentar a totalidade dos indivíduos que vivem nesse sistema prisional, o que vemos são celas superlotadas, instalações precárias e o que agrava ainda mas a situação dentro dos presídios e a propagação de doenças como exemplifica bem no longa metragem o HIV
ResponderExcluirRAIMUNDO NONATO LIMA E SILVA
Acadêmico do IV - Período do curso de Direito FEST.
LOURENÇO JEAN QUEZADO COSTA 4 PERÍODO NOTURNO FEST
ResponderExcluirCarandiru é um dos filmes Brasileiro de maior sucesso, pelo fato de retratar uma realidade social, que apensar de ter sido vivenciado ainda no século passado, é notado com clareza que não obtivemos mudanças significativas no sistema prisional e carcerário brasileiro. O filme relata os descaso e atrocidades cometidas para com os detentos afim de que com tal realidade espantosa, medidas sócio educativas e a verdadeira aplicação dos direitos humanos fossem exercidas, porem mais de vinte anos depois, muita coisa não mudou. A vida dos apenados é um verdadeiro descaso com a dignidade da pessoa humana, sendo retratada por um massacre do estado para com eles, onde além de viverem em condições insalubres, junto a doenças, e um aglomerado de "pessoas" em uma super lotação, teria fim da vida de sentenas de presos de forma cruel e violenta.
No filme no que se refere ao sistema prisional é relatado um sistema que mostra pessoas que erram, que se arrependem, que se ajudam, que convivem com as suas próprias leis para se manterem vivos e que podem decidir jogar tudo para o alto. Neste sentido, também temos que reconhecer o mérito do elenco, que consegue transmitir com competência uma realidade nua e crua, que continua nas mentes daqueles que vivenciaram este período, e que teima em permanecer viva em algumas cadeias ou presídios do Brasil.
ResponderExcluirEduardo Alves de Araújo
Acadêmico do IV- Período do curso de Direito Fest.
EDUARDO BARBOSA BUENO DA SILVA. 4 PERÍODO DIREITO.
ResponderExcluirO filme narra histórias de vários detentos que tiveram contato direto com o médico, que além de prestar atendimento clínico aos presos, lhes dava momentos de boa conversa, onde estes podiam se sentir seguros para contar sobre suas vidas e o que lhes levou até ali, sobre sua rotina dentro da cadeia, e falar mais abertamente sobre suas relações amorosas e sexuais sem o medo de serem julgados pelo seu passado e presente.
O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de inferno na terra. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário.
O filme retrata uma realidade cruel e vivenciada no dia a dia dos presos, onde a super lotação provoca uma série de doenças, conflitos e o descaso constante de quem deveria tentar ressocializar o ser humano, mesmo este tendo errado e está cumprindo sua pena.
ResponderExcluirOs presídios brasileiros estão lotados de pessoas com penas vencidas e sem nenhuma oportunidade de sair e tentar recomeçar. ficando assim o ser humano exposto as mazelas que assola os presídios.
DALVACI ROBERTO DE MEDEIROS
4º PERÍODO DIREITO NOTURNO
Fernanda Sthefane de Andrade Martins 4 período Noturno FEST
ResponderExcluirO filme Carandiru foi um filme lançado em 2003 baseado no livro estação de Carandiru. O filme fala a historia de vários detentos que tiveram contato direto com o médio, que além atender os presos , lhe davam momentos de boa conversa. O médico sempre prestava atenção nas condições dos presos, como a superlotação das celas, a infestação de animais peçonhentos e a exposição. A Década de 1990 é considerada a época onde o surto de AIDS mais se manifestou no Brasil. A casa de Detenção de São Paulo popularmente conhecida como Carandiru, já chegou a abrigar cerca de sete mil pessoas mesmo quando só havia capacidade para quatro mil.
INGRID MARA DE ARAÚJO BUENO. 4º PERÍODO DIREITO
ResponderExcluirO filme carandiru é um dos filmes brasileiros que achei bom, pois nos mostra a realidade vivida em nosso país, as atuações fantásticas torna tudo muito real, o roteiro é pesado e muito bom, o cenário é perfeito e as histórias dos presidiários é bastante emocionante e chocante. Demonstra a pura realidade que acontece no sistema carcerário. O mais chocante é saber que é uma história real, que infelizmente acontece todas essas barbaridades nos presídios.
Outro acerto foi que o diretor não mostrou os presidiários como herois, e sim como pessoas que erram, que se arrependem, que se ajudam, que convivem com as suas próprias leis e que podem decidir jogar tudo para o alto. Neste sentido, também temos que reconhecer o mérito do elenco, que consegue transmitir com competência uma realidade nua e crua, que continua nas mentes daqueles que vivenciaram este período, e que teima em permanecer viva em algumas cadeias ou presídios do Brasil.
LAIANA KELLY CASTRO FREIRE.
ResponderExcluir4° PERÍODO-NOTURNO/FEST
O filme conta a história de um médico que iniciou um processo de prevenção a AIDS no Carandiru, o presídio mais simbolico do Brasil. O enrendo mostra a realidade do sistema carcerário do país, presídios super lotados que dificultam a vida de todos, desde os presos em condições desumanas até os guardas que ficam com a vida em jogo por não haver o devido controle dos presos, facilitando fulgas e rebeliões. O filme mostra o cárcere como uma sociedade a parte, a margem de nossa sociedade, com suas próprias regras,normas e condutas. Ao contextualizar é visível que muito pouco ou quase nada mudou desde esse tempo, o sistema carcerário do Brasil está em colapso e a prova disso são os acontecimentos recentes nós presídios do Brasil, sendo o mais emblemático as rebeliões e guerra de facções do crime organizado nos presídios do RN, onde cenas brutais puderam ser vistas, ou mesmo em pedrinhas no MA com presos decapitados.
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ResponderExcluirO filme narra histórias de vários detentos que tiveram contato direto com o médico, que além de prestar atendimento clínico aos presos, lhes dava momentos de boa conversa, onde estes podiam se sentir seguros para contar sobre suas vidas e o que lhes levou até ali, sobre sua rotina dentro da cadeia, e falar mais abertamente sobre suas relações amorosas e sexuais sem o medo de serem julgados pelo seu passado e presente. O médico, por sua vez, observava atentamente as condições em que os detentos eram submetidos, como a superlotação das celas, a infestação de animais peçonhentos e a exposição dos detentos a doenças como sarna e a AIDS. A campanha de prevenção a AIDS chegou a detenção quando inúmeros homens já haviam contraído o vírus. A década de 1990 é considerada a época onde o surto de AIDS mais se manifestou no Brasil, o Dr. Dráuzio Varella relata anos depois em um documentário que mais de cinco doentes chegavam a ir a óbito por semana na enfermaria do Carandiru por conta do vírus. Um detento desabafa no documentário que se sentia negligenciado, pois a assistência médica era de má qualidade e que muitas vezes ele não recebia os medicamentos adequados quando chagava o fim de semana e havia a troca de médicos. Fica explicito que o atendimento tardio e campanha de prevenção inadequada foram fatores inquestionáveis que corroboraram para o descontrole e a propagação do vírus dentro da detenção. Pode-se ainda associar o consumo exagerado de drogas à vulnerabilidade psicológica e emocional de muitos homens que estavam lá. Um exemplo que o filme nos dá disso, é o caso de Ezequiel, um homem aidético que assume a culpa de um assassinato, aumentando assim a sua pena, no intuito de ter acesso a drogas para o sustento do seu vício, mesmo quando faltavam poucos anos para este alcançar a liberdade.
ResponderExcluirCarine vieira Barbosa 4 período
OBS : Professora fiz o uso do email do Luan, para que eu pudesse postar meu ponto de vista sobre o filme, estou sem email.
ResponderExcluirO filme Carandiru conta história de um médico (Luis Carlos) que propõe fazer um trabalho de prevenção à Aids no maior presídio da América Latina: a casa de Detenção de São Paulo conhecida como Carandiru, o filme fala de pessoas e destrói algums mitos tão popularizados na mente das pessoas, como a violência. Nodia 2 de outubro de 1992, o pavilhão 9 da casa de Detenção CARANDIRU, foi o cenário de um dos episódios mais sangrentos da história penitenciária mundial, foi uma resposta policial à uma rebelião, que vitimou 111 presos da casa de Detenção, na capital paulista. 120 policiais militares foram indiciados.
Ronald Ago - 4º período noturno.
BHÁRBARA MIRANDA GOMES - 3º PERÍODO - NOTURNO - DEVRY FACIMP
ResponderExcluirO filme retrata a história de um médico que inicia um trabalho de prevenção do vírus HIV dentro do presídio, ao iniciar o projeto o doutor que além de prestar atendimento médico aos presos dava a eles a chance de contar um pouco sobre sua história e de como foram chegar naquela situação, assim os presos se sentiam confortáveis para contar também sobre a sua rotina dentro do presídio. Com os passar dos meses o doutor pode presenciar os problemas gravíssimos dentro do presídio como superlotação, instalações precárias, doenças como tuberculose, leptospirose, além de pré-epidemia de Aids, no decorrer do filmes os encarcerados lamentam, além da falta de assistência médica, de assistência jurídica, não muito diferente da nossa realidade atual, pois a situação na grande maioria das penitenciarias do brasil é a mesma retratada no filme Carandiru. No filme é mencionado também a quantidade de presos, mais de 7 mil detentos mostrando o grande desafio para o doutor que prestava atendimento em um consultório improvisado. Mas bastaram alguns meses de convivência para que o doutor pudesse perceber que mesmo vivendo em situações degradantes, os presos não são figuras demoníacas, que mesmo sendo considerados escórias da sociedade os internos tem muita solidariedade, organização e, acima de tudo, grande disposição de viver.
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ExcluirCARANDIRU
ResponderExcluirO complexo penitenciário do Carandiru foi o maior da América Latina. Nos tempo de maior lotação, chegou a ter mais de sete mil detentos dentro de seus muros.
O filme Carandiru mostra a triste história do acontecido no ano de 1992, mostra a preocupação de um médico responsável, onde vários presidiários contam suas histórias; muitas pessoas infectadas com o vírus da AIDS.
Homossexuais “viram mulheres de cadeia” dentro do presídio, alguns chegam até a casar. Mostra a realidade de muitos infectados pelo vírus da AIDS pelo fato de usarem seringas infectadas entre si e, terem relações sexuais sem uso de método preservativo.
O longa metragem traz ao telespectador uma realidade, onde uma das cenas mais marcantes é quando eles penalizam um estuprador com a morte.
Uma visão mais ampla que o filme nos dá disso, é o caso de Ezequiel, um portador do vírus da AIDS que assume a culpa de um assassinato, aumentando assim a sua pena, somente para ter acesso a drogas dentro do presidio para o sustento do seu vício, mesmo faltando poucos anos para Ezequiel alcançar sua liberdade. A disputa pelo poder dentro da penitenciaria fazia com que os homens adotassem uma postura cada vez mais rígida e intolerante na convivência de uns com os outros dentro das facções que ali existiam, onde havia a imposição de regras e hierarquias que eram temidas e respeitadas pela firmeza daqueles que comandavam o lugar.
O momento mais forte (triste), se dá quando da invasão policial no complexo penitenciário, momento em que chegam atirando, executando, até mesmo pessoas que nem se quer sabiam o que estava acontecendo. É certo que muitos tinham noção do perigo que estavam expostos.
Muitos detentos foram exterminados de forma barbara e cruel, sem chance de defesa, ou até mesmo sem um mínimo de piedade por parte dos invasores.
Diante dos exposto na obra, nos retrata uma visão da realidade vivida nos mais diferentes centros/complexos prisionais espalhados no nosso pais, que deveriam ser conhecidos como centros de ressocialização e na verdade são conhecidos apenas como escola da criminalidade.
Elenilton Costa Faria, 3º período de Direito, Devry Facimp.
A realidade do pesente é a realidade vivida no passado.
ResponderExcluirO filme Carandiru, de certa forma, mesmo se não fosse baseado em fatos reais, não exigiria muito da imaginação de seus produtores. A reputação e a situação do sistema penitenciário brasileiro já são conhecidas até mesmo internacionalmente. No filme, 3 pontos me chamaram a atenção.
Sobre a falta de controle dos responsáveis:
O longa mostra detalhes da vida atrás das grades e da situação precária do sistema. O primeiro problema que chamou atenção, logo no início do filme, foi a falta de controle total dos guardas, e do próprio chefe do presídio. Em uma discussão, o "líder" dos detentos, que estava circulando livremente, resolve a situação, onde um dos detentos queria assassinar outro por conta de um fato ocorrido quando ambos estavam em liberdade. E essa situação se repete atualmente, passados vinte e quatro anos que as atividades nos presídios se encerraram e o Estado não tem um controle total do que acontece lá dentro e a realidade é que nunca terá. Facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comendo Vermelho (C), fizeram uma expansão de território em um local que deveria ser controlada pelo Estado.
Ordem:
Outro problema que é posto no início do filme: A falta de ordem nas celas. Os presos circulam livremente por todo o presídio enquanto em uma cela compra-se drogas, na outra: cigarros, produtos de higiene, entre outros. Entretanto, é corretor afirmar que o local tem a sua organização. Atualmente, nas redes sociais, facilmente você encontrará vídeos ou fotos, dos detentos fazendo uso de entorpecentes ou utilizando algum aparelho eletrônico.
Pena dupla
No filme, e na vida real, a vida dos condenados que cometeram crimes como o estupro é, creio eu, a pior de todo o caos interno. Eles não podem circular livremente como os demais detentos pois tem medo de sofrem represálias. Não tomam banho de sol, não praticam exercícios ou qualquer outra coisa parecida e que é um direito determinado por lei. É basicamente uma prisão dentro de uma prisão. É uma pena dupla pelo seu erro. O Estado, na minha visão, deveria coloca-los em um local onde os seus direitos fossem respeitados como previsto na LEP e na Constituição Federal.
Portanto, creio eu, que o filme pouco surpreender. A realidade já é conhecida como dito no primeiro parágrafo deste texto. O Estado é omisso e ineficiente em tudo o que faz: quando na verdade deveria proteger, não protege; na hora de punir, não pune adequadamente: na hora de solucionar uma rebelião; mata 111 pessoas que estavam sob a sua tutela.
Danillo Felipe de Souza
Direito - 3º Período Noturno
Devry Facimp
O massacre do Carandiru ocorreu no Brasil, em 2 de outubro de 1992, quando uma intervenção da polícia militar do estado de São Paulo, para conter uma rebelião na casa de detenção de São Paulo, causou a morte de 111 detentos (Carandiru - O filme). Foi um acontecimento que deixou não somente o Brasil de luto, mas o mundo em si, parou.
ResponderExcluirUm dos maiores problemas no Carandiru era a superlotação, o fato de dezenas de presos ocuparem o mesmo espaço, o que continua acontecendo na contemporaneidade mesmo com a lei exposta.
Art.88 da lei Nº 7.210/84
Essa lei ressalta que o preso deve ser alojado em dormitório individual com área mínima de 6,oom². O que não é respeitado em boa parte dos presídios brasileiros.
Outro ocorrido no Carandiru era o fato dos presos serem alojados todos juntos. Na atualidade, eles são separados por "facção" para que o controle no presidio seja mantido. Um exemplo seria o presidio central de Porto Alegre - Rio Grande do Sul (exposto no vídeo profissão reporte durante a aula). Para evitar rebeliões os presos são separados por grupos como travestis, exportadores de drogas, estupradores e assim sucessivamente.
No entanto, depreende-se que, não somente no Carandiru mas no Brasil vigente, existem centenas de outros problemas que necessitam de correção como a estrutura dos presídios, o fato de apenas 20% dos presos possuírem assistência médica, reparo no sistema elétrico, 80% dos encarcerados não trabalhar nem estudar. São problemas que abordam desde a base familiar até a presença do Estado.
Hislla Gabriela Carvalho de Oliveira
3º Período - Noturno
Devry Facimp
Com base no que foi exposto no filme Carandiru, relacionado no sistema carcerário, relata as precárias condições de vida dos detentos, mostra ainda um sistema prisional desorganizado no qual a segurança do presídio é falha e demonstra os danos da segurança publica no que desrespeita a proteção aos presos, nota ainda que o responsável por organizar a alimentação, limpeza entre outros são os mesmos. E que cada bloco possui um líder de uma facção que é responsável pela organização e o comportamento de cada um.
ResponderExcluirRetornando para uma melhor compreensão os presídios não mudaram muito, continuam as precárias condições de vidas, as selas são super lotadas, não existe ressocialização que possa ser adequada para contribuir no comportamento e na conduta dos encarcerados, observa-se também que existem muitos presos que já cumpriram a pena e que aguardam por um julgamento e por uma decisão judicial, sem contar, a saúde que é de péssima qualidade.
Artigo 88 da lei N°7210/84.
O condenado será alojado em sela individua que conterá dormitório, aparelho sanitário e lavatório. Parágrafo único são requisitos básicos da unidade celular: salubridade do ambiente pela concorrência dos fatores de aeração, insolação e condicionamento térmico adequado à existência humana; área mínima de 6,00m2(seis metros quadrados).
As facções criminosas que agem dentro dos presídios, como grandes gangues ou cartéis, em verdade, nada mais fazem do que se aproveitar do abandono e do cinismo do Estado para propalarem um discurso que, por conta do contexto antes mencionado amplia a sua capacidade de adesão ,proporcionando grandes rebeliões.
Portanto, perfaz-se que, garantir direito do preso é garantir direito da sociedade e receber esse preso de volta, se não em melhores, pelo menos não em piores condições do que as obtidas. Como já mencionado o problema encontra-se no Estado, que por sua vez, responsável pela segurança, moradia, educação de qualidade, saúde, dentre outros. Nos quais faz parte do principio da dignidade da pessoa humana.
Carleane da Silva Santos
3° período – noturno
Devry Facimp
KARINE DA SILVA BARBOSA - 3° PERÍODO - NOTURNO - DEVRY FACIMP
ResponderExcluirObra cinematográfica nacional - Carandiru, retratando a rotina do famoso presídio brasileiro aborda em seu enredo várias das calamidades do sistema carcerário que, desde a demolição do presídio, infelizmente ainda são encontradas nos atuais. Apesar das assistências mencionadas na Lei de Execução Penal serem cumpridas, ainda há bastante desorganização e irresponsabilidade na realização dessas. Mostrando a realidade pessoal de muitos individuos dentro e fora do presídio é possível perceber a influência do meio que esses se encontram e o fácil acesso ao mundo do crime.
O objetivo da LEP (Lei nº 7.210/1984,) de ressocializar o indivíduo, torna-se uma banalidade. Precariedade no atendimento médico, péssimas condições das celas, superlotação e a facilidade de formação de rebeliões são alguns dos vários fatores mostrados na obra que ainda na contemporaneidade são perceptiveis. A visão interna que o filme nos permite ter é da existencia de uma sociedade avulsa dentro do presídio que muitas vezes caracteriza-se pela busca da sobrevivencia.
A falta de esperança na mudança e readaptação vem dos próprios carcerários e também dos administradores da prisão. O filme pode ser dito como um expositor do ferimento dos Direitos Humanos. A rebelião que causou a morte de 111 presos em 1992 no Carandiru é apresentada de maneira crua, a brutalidade e a falta de educação legislativa é claramente vista na mobilização da força policial que adentra o presídio para retomar o controle.
CARANDIRU conta a história do presídio localizado em São Paulo com capacidade para abrigar quatro mil detentos, sendo que esse número fugiu da realidade chegando a ter cerca de sete mil e quinhentos presos no período da rebelião que acarretou na intervenção da polícia militar matando mais de cem pessoas.
ResponderExcluirO filme mostra a realidade vivida pelos presos do Carandiru, como superlotação, doenças, uso de drogas, assassinatos, leis próprias, nenhuma ou pouca ressocialização.
Fazendo uma comparação com a atual situação carcerária Brasileira podemos perceber que esse sistema ainda se encontra presente na maioria dos nossos presídios, contrariando o que está escrito na LEP 7.210/84 e até mesmo em nossa constituição.
Art. 5º CF, XLIX. É assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral;
Art. 5º CF, II. Ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.
Verifica-se por tanto a distância que existe entre a idéia de sistema carcerário descrito com o que vivemos na atualidade, o que é ainda pior, sabe-se que não existe um projeto voltado para mudar esse cenário.
Camilla Silva de Oliveira
3° período – noturno
Devry Facimp
Carandiru é um filme brasileiro, de 2003, baseado em fatos reais e no livro Estação Carandiru, do médico Dráuzio Varella. O filme aborda o cotidiano da extinta "Casa de Detenção de São Paulo", mais conhecida por Carandiru, antes e durante o massacre ocorrido em 2 de outubro de 1992, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Os casos apresentados no filme, ilustram a dura realidade dos presídios brasileiros que aqui fora, a sociedade procura ignorar e até aprecia: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo.
ResponderExcluirO Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de inferno na terra e mostra uma triste realidade enfrentada pela sociedade brasileira. O despreparo do sistema carcerário e penitenciário ficam mais que evidentes na obra de Babenco (diretor do filme). É evindente para o espectador do total desrespeito ao princípio constitucional, CF-88 e presente na Declaração Universal do Direitos Humanos. O da dignidade Humana.
A super-lotação era um dos principais problemas apontado no filme e motivo recorrente de rebeliões entre os prisioneiros. Mais de vinte anos depois, o que ainda se vê nos presídios brasileiros são celas minúsculas ocupadas por dezenas de detentos. A super-lotação é provavelmente o principal problema do sistema carcerário. Falta infraestrutura para suprir a demanda crescente, e este é o problema é que causa todos os outros do sistema prisional do Brasil.
A falta de condições mínimas de higiene e salubridade foi outra mazela que fez fama em Carandiru, uma vez que a situação de milhares de detentos amontoados favorecia a proliferação de doenças e epidemias. Situação que atualmente acontece todos os dias nas cadeias brasileiras, não é raro um preso morrer de alguma enfermidade, muitas vezes curável, mas que se torna mortal pela falta de cuidados médicos adequados. A falta de cuidados de higiene e saúde nos presídios são uma realidade recorrente que não avançou com o passar dos anos, em contrapartida ao avanço da medicina.
Embora a execução penal deva “proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado”, nos termos do art. 1º. da Lei Federal n° 7.210/84 (denominada Lei de Execução Penal), pode-se afirmar que no Brasil não há, de fato, real preocupação nas órbitas política e jurídica com a figura do apenado. Em palavras mais simples: não existe interesse na busca de influências positivas da sociedade sobre o cárcere e seus encarcerados. Antes disso: não existe interesse em qualquer contato da sociedade com o apenado
Diante do exposto, é notorio, no filme, o principal defeito do sistema prisional brasileiro, que pessiste ate hoje: ausencia do Estado. Há um retrocesso das condições em que vivem os detentos do sistema carcerário brasileiro atual em relação aos presidiários da Casa de Detenção Carandiru. Nota-se que muito pouco mudou, ou quase nada, quando se fala de respeitar os direitos fundamentais do ser humano. Parece haver um consenso de uma parte da sociedade que, uma vez dentro de uma prisão, o homem ou a mulher é despido de toda sua humanidade, devendo, portanto, passar a não ter mais seus direitos como pessoa atendidos ou no mínimo reconhecidos. A função reeducadora do sistema prisional perde, portanto, todo seu sentido.
Após o lançamento do filme e dos inúmeros documentários sobre o presídio Carandiru, houve maior cobramça dos direitos humanos sobre as condiçoes dos apenados. Há algumas atuações diretas em alguns casos, nos famosos principalmente, porém não estão sendo suficiente para amenizar os problemas já citados. É necessario que o Estado deixe seu estado de inércia e ponha em pratica as tais politicas de ressocialização que só existem no papel, as penitenciarias devem deixar de ser depósitos de gente e finalmente se tornarem as unidades de reeducação e ressocialização, pois foi para tal função que foram criadas.
JANUÁRIO OLIVEIRA DE LIMA - 3° PERÍODO - NOTURNO - DEVRY FACIMP
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ResponderExcluirEm 1989, o Dr. Drauzio Varella iniciou um trabalho voluntário de prevenção à AIDS na penitenciária de São Paulo, e lá, pode testemunhar como os detentos viviam, até o ano de 2002. E, em 1999, escreveu o livro Estação Carandiru, relatando o que viveu enquanto voluntário no complexo.
ResponderExcluirDurante o seu trabalho, o doutor testemunhou funcionários transportarem drogas para dentro do presídio, a superlotação de mais de 7 mil detentos, disputas violentas entre os presos nos corredores, e as más condições em que se encontravam os pavilhões.
Sobre o massacre, conta que ,no dia 02 de outubro de 1992, após uma partida de futebol houve uma briga entre dois detentos, deixando um deles gravemente ferido, e, como os dois eram influentes, as quadrilhas de ambos entraram em conflito, e, por conseguinte, mais uma guangue se juntou ao confronto, transformando-o em uma rebelião. O ápice para a tropa de choque invadir a detenção foi uma explosão de gás que houve na cozinha. O massacre resultou na morte de 111 detentos, sem contar ainda os que não foram idenrificados.
A forma de vida desumana dos presos, a corrupção dos próprios funcionários do centro, o acesso a drogas e armamentos eram fatores que deixavam o ambiente já tenso e próprio para o tipo de conflito, uma vez que os próprios agentes do judiciário não agiam de forma eficaz na prevenção e extinção dos desentendimentos entre os detentos.
Vê-se, de logo, que o disposto na lei de execução penal ( Lei 7.210/84 ) não era cumprido na penitenciária, e não é ainda até os dias atuais, como se pode observar nas rebeliões ocorridas no início de 2017 em presídios com situações semelhantes às do Carandiru.
Direitos tais como assistência à saúde, à educação, assistência material são negligenciadas desde o episodio. E o já disposto em norma penal não é posto em prática, deixando o pais em situação catastrófica no que se refere ao sistema carcerário, pois não são propiciadas situações que fomentem a ressocialização do indivíduo.
Maynara Emanuele da Silva Rocha - Facimp
Direito 3° período noturno
A Casa de Detenção de São Paulo, conhecido como Carandiru, já foi considerado o maior da América Latina. Em 1992, em resposta a uma rebelião, a polícia invade o Carandiru, vitimando 111 presos. A Cada de Detenção é, então, finalmente, desativado em 2002. Em 2003, é produzido o filme Carandiru, que narra a história de um médico que trabalha no presídio realizando prevenção à AIDS que acaba por acompanhar o cotidiano de vários presos.
ResponderExcluirO filme trouxe à tona temas polêmicos, como a superlotação carcerária, a violação de direitos humanos, a ineficiência do Estado, entre outros, que não são apenas características exclusivas do Carandiru mais de todas as prisões brasileiras. Mesmo com leis assegurando seus direitos, a exemplo da Lei de Execuções Penas (7.210/ 1984), os presos ainda não conseguem usufruir de seus direitos, não tendo condições mínimas para cumprirem suas penas, e impossibilitando, dessa forma, a sua ressocialização. Essa precariedade nas prisões, ocasiona rebeliões, acesso fácil a drogas e armas, proliferação de doenças, e a formação de um poder paralelo que comanda essas prisões afastando ainda mais o poder Estatal.
Essa ausência estatal demonstrada no filme e ainda existente nas prisões brasileiras, faz com que, a criminalidade aumente tanto dentro como fora dos presídios, pois, os detentos não são ressocializados e sim abandonados dentro das prisões, sem nenhuma forma de acompanhamento, seja na área da saúde, educação ou segurança. Sendo necessário que os próprios detentos criem “leis” com o intuito de manter a paz e a ordem dentro da prisão.
Mesmo já se passando mais de 10 anos do massacre do Carandiru, poucas medidas foram tomadas para diminuir a população carcerária, possibilitar condições dignas de cumprimento de pena e reduzir os níveis de criminalidade dentro e fora da prisão. Demonstrando a inércia do Estado e toda a sociedade, fazendo com que a falência nos sistema prisional se torne uma das principais mazelas da sociedade brasileira.
Letícia Araújo Silva- Facimp
Direito 3° período noturno
O filme Carandiru retrata o memorável massacre ocorrido em uma penitenciária do Estado de São Paulo, este em 2 de outubro de 1992, tendo como protagonistas de cenas horrendas, policiais militares em punho de suas armas e presos (111) em situações degradantes, sendo que a maioria sem condenação em trânsito em julgado.
ResponderExcluirDe lá para cá, pouca coisa mudou e muito menos observou-se avanços admiráveis; um dos detalhes que pode ser citado como avanço, trata-se das audiências de custódia, embora o Estado continue altamente racista e punitivo. Diante do exposto, sem dúvidas, cabe mais dizer o que continua na mesmice, oportunizando, assim, as violações dos direitos humanos, levando o Brasil a ser declarado um Estado de Coisas Inconstitucionais.
A situação atual do sistema carcerário brasileiro, em face dos inúmeros fatos e relatos, não se distancia dos “tempos de Carandiru”, perpetuando-se de maneira múltipla e até então para perspectivas nem um pouco promissoras. O número de presos triplicou e a degradação, violência rotineira, violação de garantias fundamentais e direitos humanos, simplesmente impressionam frente aos constantes e noticiados massacres aqui ocorridos.
Portanto, o Carandiru virou poeira, mas resquícios fortes de seu tempo ainda permanecem intactos e revigorados por um Estado inadimplente, que só reforça a urgência e reforma que aqui há de ter, quando o assunto é o sistema ineficiente carcerário brasileiro.
JARISSON DE OLIVEIRA TEIXEIRA
3º PERÍODO NOTURNO
DEVRY FACIMP
O filme CARANDIRU mostra uma triste realidade enfrentada pela sociedade brasileira. O despreparo do sistema carcerário e penitenciário superlotadas, instalações precárias, propagação de doenças sexuais como a AIDS são rotina dentro da casa de detenção.
ResponderExcluirParecemos não ter aprendido nada com o Carandiru: décadas depois, o Estado segue aprisionando em massa e sem sentença, submetendo presos a condições degradantes, e continua incapaz de responsabilizar e reparar a violência policial que inflige
As prisões brasileiras tornaram-se um amontoado de pessoas sem esperança de justiça e expectativas de ressocialização. São indivíduos ignorados pela sociedade, guardados em escaninhos escuros e esquecido da consciência coletiva, relegados a prisões que em muitos casos mais se aproximam de masmorras da idade média. Uma realidade totalmente diferente daquela regulamentada pela lei n° 7.210/84 lei de execuções penais, e pelos princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. O próprio STF no julgamento da ADPF 347 ajuizada pelo (PSOL) defende-se que o sistema penitenciário brasileiro vive um "Estado de Coisas Inconstitucional "
WALDEILSON C. SANTOS
3º PERÍODO NOTURNO
DEVRY FACIMP
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ResponderExcluirO filme CARANDIRU trata da temática do sistema prisional brasileiro, remonta a uma realidade ainda vivida dentro do sistema penitenciário. Tais realidades que podem ser apontadas em: superlotação; onde presos são submetidos a ficarem amontoados em celas, que não dispõe de nenhum tipo de ventilação, tampouco iluminação. Além da superlotação, doenças sexualmente transmissíveis fazem parte do cotidiano do sistema penitenciário, e as irregularidades do ambiente acarretam em uma série de outras doenças, como a tuberculose. Alimentação ruim, falta de assistência médica e judiciária, abuso de poder e maus tratos, são abordados na obra cinematográfica, como crítica a realidade das casas de detenção. Vale salientar que a realidade mostrada no filme fere os princípios dos direitos humanos, Execução Penal e a própria Constituição Federal.
ResponderExcluirEmbora uma obra de ficção, mas que se firma em fatos reais, o filme CARANDIRU retrata a realidade encontrada nos sistemas prisionais brasileiros até hoje, pois as prisões brasileiras ainda são uma calamidade, são casas de detenção esquecidas pelo Estado, onde indivíduos vivem em condições desumanas, e onde os princípios dos direitos humanos e constitucionais que resguarda os direitos de todos os indivíduos, parece não existir dentro das casas de detenção.
Diante, de tal temática, cabe indagar: INDIVÍDUOS QUE VIVEM EM TAIS CONDIÇÕES SERÃO RESSOCIALIZADOS?
Apesar, do objetivo das casas de detenção ser de ressocializar indivíduos e devolvê-los a sociedade, não é o que o presente sistema prisional tem feito,pois o Estado não contribui para a reabilitação do preso. O art. 40 da LEP ,diz que o Estado deve garantir a integridade física e moral da pessoa presa.
Entretanto é notório que o Estado, por meio de seus agentes, fere tal
direito. Tais acontecimentos são mostrados a sociedade anos após anos, através dos sistemas de informações. Sendo abstrato e distante a Lei de execução Penal da realidade.
ALANA DOS SANTOS SILVA
3° PERÍODO NOTURNO
DEVRY FACIMP
O filme evidencia a grande mazela que o sistema prisional brasileiro vive e o grande massacre ocorrido no presídio Carandiru, onde foi palco para cenas desumanas vividas pelos apenados indefesos que ali estavam. Tudo começou quando Dráuzio Varella trabalhou voluntariamente no presídio Carandiru, para prevenir que o Vírus da AIDS se espalhasse ainda mais entre os detentos. Com o tempo, o médico foi conhecendo mais sobre a vida dos presidiários, que posteriormente tais relatos iriam se transformar em livros e filme.
ResponderExcluirApós a chacina, o sistema carcerário foi altamente criticado pelo mundo inteiro. Apesar disso, é notório que mesmo diante dessa grande barbárie, os presídios brasileiros ainda permanecem em situações degradantes, superlotados, despreparados para que consigam a finalidade de ressocializarem os presos, violando os direitos humanos, em total discordância com a lei n° 7.210/84 lei de execuções penais.
Diante disso, o Supremo, em ADPF, concedeu parcialmente medida cautelar determinando que Juízes e Tribunais de todo o país realizem no prazo máximo de 90 dias, a audiência de custódia para que assim possa desafogar esse sistema falho que é o sistema prisional brasileiro.
MARCOS ANTONIO VIEIRA DA SILVA
3º PERÍODO NOTURNO - FACIMP DeVry
O longa demonstra a realidade do presídio brasileiro, contanto a historia vivenciada por um médico que voluntariamente se oferece para fazer exames e tentar solucionar a surto de doenças sexualmente transmissíveis que abrangia toda a população carcerária do presídio e também relata o inesquecível massacre ocorrido no mesmo no Carandiru.
ResponderExcluirO medico pode vivenciar a realidade da população carcerária do Brasil, onde de formar alguma e respeitada a lei nº 7.210/84 lei de execuções penais, e pelos principio constitucional da dignidade da pessoa humana. O presídio notavelmente lotado sem amparo de forma alguma aos detentos, da para perceber que daquele local nenhum dos detentos terá ressocialização, pois as situações precárias e os tratamentos utilizados nada têm haver como o que deveria ser.
A triste realidade da comunidade carcerária brasileira não mudou muito desde o massacre ate os dias de hoje, pois não a muito tempo ocorreu um fato pouco semelhante em nosso estado, no presidiu de pedrinhas em São Luis MA. Neste caso observa se a enorme distancia entre a realidade e o texto que lei que temos o que acontece e que temos o sistema prisional brasileiro hoje vive em caos.
Valdemar da Mota e S. Neto
3º Período Noturno
DeVry - FACIMP
A vida numa das maiores penitenciárias do Brasil a Casa de Detenção de São Paulo, mais conhecida por Carandiru. Um mundo feitode regras próprias e condições degradantes tal como foi apreendido por Drauzio Varella, um médico que visitou regularmente aquele estabelecimento pois estava realizando um programa de prevenção daSIDA. A situação atinge um clímax dramático quando a repressão de um motim leva à morte de 111 detidos.Carandiru é um filme brasileiro de 2003 que faz parte do gênero drama e foi produzido por HectorBabenco .Babenco realizou uma superprodução baseada no livro Estação Carandiru do medico Dráuzio Varella,onde ele narra suas experiências com a dura realidade dos presídios brasileiros em um trabalho deprevenção a AIDS.
ResponderExcluirNo filme podemos perceber a forte presença dos eventos do mundo histórico que habitamos e também a influencia da estética do documentário de representação social.O filme ofereceargumentos sólidos para a representação da realidade brasileira atual e o narrador ele vivencia a maioria dos acontecimentos e compartilha com o espectador suas experiência.
Carandiru foi nomeado paraa Palma de Ouro no Festival de Cannes e recebeu o prêmio de melhor filme no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema.Enquanto trabalhou no período de doze anos como medico voluntario no Carandiru,Varellapretendeu educar e conscientizar os presos sobre os perigos e a conseqüência que a AIDS iria acarretar na vida deles.Na sua estadia ele aos poucos foi criando um certo relacionamento com os presos o queo levou a escrita do seu livros baseado também nas historias que eles contam e com isso a confiança que eles tinham nele foi aumentando cada vez mais.
O filme consegue revelar ao publico brasileiro um universo desconhecido que existe no centro de detenção de São Paulo,pois ate então muito pouco se sabia a respeito da vida e do cotidiano dessas pessoas.
Ingrid Barros Rocha
4° Período de Direito
Fest
O filme relata a história de um médico que se propõe a fazer um trabalho de prevenção contra a AIDS no maior complexo penitenciário da América latina, o Carandiru.
ResponderExcluirO filme mostra a triste realidade do sistema penitenciário brasileiro, a superlotação das celas, sua precariedade e sua insalubridade tornam as prisões num ambiente propício à proliferação de epidemias e ao contágio de doenças. Todos esses fatores estruturais aliados ainda à má alimentação dos presos, seu sedentarismo, o uso de drogas, a falta de higiene e toda a lugubridade da prisão, fazem com que um preso que adentrou lá numa condição sadia, de lá não saia sem ser acometido de uma doença ou com sua resistência física e saúde fragilizadas.
Tudo isso em desacordo a as garantias legais previstas durante a execução da pena, assim como os direitos humanos do preso estão previstos em diversos estatutos legais. Em nível mundial existem várias convenções como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração Americana de Direitos e Deveres do Homem e a Resolução da ONU que prevê as Regras Mínimas para o Tratamento do Preso.
Pedro Henrique Araújo dos Santos
Devry Facimp 3° período noturno.
O filme Carandiru relata a história baseadas em fatos reais de presidiários que vivem em estado de calamidade, condições insalubres, convivem em celas superlotadas e infestada de insetos e ratos, se alimentam de uma forma critica, são regidos por facções e de certa forma esquecidos pelo Estado. O que podemos concluir com esse longa é que o Estado apesar de possuir fundos para reformas e manutenções em presidios, ninguém pode afirmar o destino que segue esse dinheiro, pois, os presos apesar de estarem lá por por agirem de forma ílicta, como seres humanos também são resguardados pelos Direitos Humanos e principalmente pela Constituição Federal.
ResponderExcluirThais Cristina Pereira da Silva - 3° Período Noturno ( Facimp).
O filme carandiru apesenta uma história baseada em fatos reais.
ResponderExcluirNaquele presidio estavam individuos que cometeram crimes que ainda não haviam sido julgados e nem condenados. A Aids estva presente na vida daqueles presos, que facilitavam a transmissão da doença através de seringas compartilhadas e a promiscuidade presente dentro do presídio.
Testes de Aids eram feitos dentro do presídio por um médico que se propôs a ajudar aquelas pessoas que apesar de terem cometido crimes, compartilharam alguma solidariedade,continuaram tendo reações como dor por exemplo e demonstravam uma grande vontade de viver.
Os personagens possuiam características bastante parecidas pois faziam parte na maioria da mesma classe social e estavam na mesma situação de vida precária,com violência constante, superlotação nas celas,prostituição e dividas de drogas,o médico que era um personagem diferenciado passou a ter contato com um mundo super diferente do seu.
Um dos personagens mata o tempo no presidio fazendo balões de papel e Rodrigo Santoro representa um homossexual cômico que chega até a se casar vestido de noiva.
No Carandiru quase tudo era possível até barba feita com navalha acontece lá dentro.
Enfim, Carandirú, representou de forma quase que fiel, todas as circunstâncias vivenciadas por seus internos até aquele dia 02 de outubro de 1992.
Gilmar Lima Moura
3º Período de Direito, Noturno, Devry Facimp
O filme Carandiru, em seu enredo, conta a história verídica do maior massacre penitenciário já ocorrido na história do Brasil, com repercussão mundial. Não obstante os desastres e perdas deixados pelo mesmo, diversas são as reproduções dessa rebelião, daí se tira a conclusão que há algo de muito errado no país no que se refere a Administrações das redes penitenciárias, tanto públicas quanto privadas.
ResponderExcluirO Brasil conta com uma enorme população carcerária que chega a cerca de 622 mil detentos, o que já é um dos motivos pra tanta revolta, pois o sistema penitenciário conta com apenas 371 mil vagas disponíveis. A superlotação é sem sombra de dúvida um grande problema a ser resolvido. Ademais, o sistema carcerário do nosso país ainda conta com má administração, saúde precária, um grande número de reincidentes e a falta de apoio da sociedade para a reintegração do preso.
Uma vez preso, o indivíduo por muitas vezes passa até a ser esquecido, não é bem assistido e passa por todos esses problemas. A prisão então, em vez de ser um lugar de não apenas restrição de seus direitos como forma de punição pelos seus erros, mas também onde aprenderia a viver e conviver em sociedade para quando solto, a prisão acaba por se tornar uma escola do crime, pois muitos dos que entram por crimes mais brandos, ao saírem já estão fazendo parte de organizações criminosas pronto a cometer crimes mais graves.
Conclui-se, então, que o grande problema seja a má administração, que caso fosse regida de forma mais assistida, metade desses problemas provavelmente não estariam acontecendo.
Sueyde Raquel Pereira de Morais
3º Período de Direito/Noturno
DeVry - Facimp
O filme Carandiru é baseado em historia real, onde relata o cotidiano dos presos e mostra que o sistema repressivo que é oferecido submete os presos a graves violações de direitos humanos, sem condições mínimas de dignidade, porque o Estado privilegia o aprisionamento para questões de segurança pública, sem reconhecer que mesmo com construção de novos presídios, continuará havendo superlotação e os problemas dela advindos, o que fortalece as facções criminosas, e que por sua vez, praticam atitudes de reação contra a opressão do Estado e da sociedade civil. Esse filme nos faz perceber que na realidade o Estado nao faz observancia na lei 72110/84 lei de execuçao penais. O massacre do dia 2 de outubro, na Casa de Detenção de São Paulo, foi a maior violação de direitos humanos de cidadãos sob custódia do Estado do mundo. E apesar de mais de 25 anos apos o massacre ainda hoje nos presídios do Brasil, ha contextos idênticos e agravados, fazendo com que abusos de direitos aconteçam com frequência.
ResponderExcluirMARINA DE MARIA MOITA
3° Periodo Noturno Facimp-Devry
O filme Carandiru retrata como o sistema prisional brasileiro é, desde sempre, negligenciado. A LEP (Lei de Execuções Penais), lei n°7.210, de 11/julho/1984, prega a preservação da integridade física e moral dos condenados e presos provisórios, além de elencar os direitos destes à alimentação, vestuário, trabalho, educação, saúde, religião, entre outros. Todavia, não passa de utopia, posto que em todo e qualquer estado brasileiro vê-se descaso e abandono, presídios superlotados e tratamento cruel e desumano à população carcerária, alimentação inadequada, ausência de saneamento básico, falta de ventilação, violência gerada por abuso de autoridade e condições insalubres.
ResponderExcluirO filme ainda faz associação do consumo exagerado de drogas à vulnerabilidade psicológica e emocional de muitos detentos. Um exemplo que o filme dá é o caso de Ezequiel, um homem aidético que assume a culpa de um assassinato no intuito de conseguir drogas, quando restavam apenas dois anos para acabar sua pena, mesmo sabendo que esta seria aumentada.
O filme mostra também como os presos dominavam o local, criando suas próprias leis e decidindo quem vive e quem morre, como foi o caso do estuprador. Além de mostrar como o governo "resolve" os problemas que lhe são impostos. A intervenção policial tinha por justificativa acalmar a rebelião, entretanto, o que ocorreu de fato foi um massacre, que causou a morte de 111 detentos, o que tornou o governo e a polícia desacreditados.
Vanessa Ferreira de Oliveira Cruz
Direito, 3° período, Devry/Facimp.
Uma lei de enfeite essa Lep. Mais pra um país que é regido por uma constituição totalmente utópica, nem faz diferença.
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ResponderExcluirEste filme mesmo depois de uma década é totalmente atualizado, pois basta comparamos o sistema carcerário deste filme com sistema atual é compararmos que as mesma mazelas descrita no loga metragem é constantes nas população carceraria do Brasil é para entendemos isto é só lembramos do presidio de pedrinha que recentemente passa por rebelião acavaladoras e muitas vidas perderam-se
ResponderExcluirO correta entretanto é afirmamos que unicamente mudança efetiva na atualidade presos terem acesso a telefone celulares para comandarem o crime organizado que esta do lado de fora do carcere a verdade e que falta uma atenção governamental acerca da situação carceraria.
MARILENE ALENCAR DE SOUZA
3º PERÍODO NOTURNO-FACIMP/DEVRY
Fazendo uma análise do filme Carandiru, onde é baseado em fatos reais, podemos observar que o sistema carcerário brasileiro nada mais é do que um “deposito de seres humanos”, que mesmo diante de seus crimes e erros, existem leis que lhes possibilitam uma forma de pagar seus débitos diante da sociedade de forma mais humana.
ResponderExcluirNota –se, um amontoado de pessoas algumas doentes, outras com suas penas precisando serem revistas, outras onde nem mesmo foram julgadas. O filme apresenta não apenas o sistema carcerário falido, mas também a ineficiência de uma justiça que vive a cada dia empilhando processo. Outro fator importante foi a presença do médico que no exercício da sua profissão, procurou ouvir as inúmeras historias e além do mais levando cuidados médicos a uma prisão com mais de 7.000 detentos.
O filme apresenta cenas de um massacre violentos que resultou na morte de 111 detentos, uma carnificina injustificável.
Elias dos Santos e Silva
Direito, 3° período, Devry/Facimp.
CLEIANE MOREIRA ROCHA 3º PERIODO NOTURNO FACIMP
ResponderExcluirA vida carcerária abordada no filme Carandiru não difere da realidade brasileira, onde
os presos sofrem ao viver em locais sem as mínimas condições para alcançar a remissão dos
seus atos e posteriormente a ressocialização.
O art. 5º, XLVIII, da Constituição Federal estabelece que a pena seja cumprida em
estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado.
No entanto os mesmos não possuem pavilhões, tratamentos ou celas diferenciando grau de
periculosidade. Sendo assim, a divisão e realizada pelos próprios presidiários que separam
um espaço para os homossexuais também caracterizados como mulheres dentro do presidio e
os cozinheiros que geralmente são escolhidos pela desenvoltura comportamental; Entretanto
os presos por crimes de abuso sexual, por exemplo, não tem a menor possibilidade de
sobrevivência mesmo sendo estes amparados pela lei dos direitos humanos.
Em função da inexistência do caráter humano dos nossos governantes em
proporcionar as estas pessoas condições relevantes de sobrevivência e também da má
aplicação dos recursos carcerários, não temos presídios suficientes levando assim a
superlotação dos já existentes e causando as inevitáveis rebeliões, proporcionando assim
grandes transtornos a sociedade que por sua vez, conta com a presença de perigos constantes
visto que se não há onde penalizar dignamente essas pessoas ela retornam ao âmbito social
para realizar novamente seus crimes.
Buscando retratar uma realidade, que não difere-se da atual, o filme Carandiru mostra as mazelas enfrentadas por um sistema falido, corrupto e inconstitucional acerca do cumprimento de pena no Brasil, especificamente em São Paulo, no Carandiru, na época considerado o maior presídio da América Latina. Para que ocorrera tudo isso, foi preciso um conjunto de impunidades e inobservâncias da lei. E até mesmo as dificuldades impostas pelos próprios presos acabam por degradar ainda mais essa situação, pois facções, penas duplas, fácil acesso às drogas e proliferação de doenças, colaboram e muito para a escória desse sistema.
ResponderExcluirAs impugnações começam deste o início, quando o Judiciário torna-se incompetente e ineficaz, admitindo o cumprimento de pena antes mesmo de ser transitado em julgado, acarretando em superlotações e penas indevidas. A grandiosa necessidade de que penas sejam revistas são frequentes, mas pouco se resolve.
Quanto ao Estado, este, omisso, não observa o que está assegurado em nossa Carta Magna, no tocante ao art. 5, XLIX,C.F e na Lei de Execução Penal – n° 7.210/847 dentre outros direitos que asseguram e acautelam os presos.
As fiscalizações quanto a esses direitos praticamente não existem, ajudando assim a transformar essa ineficiência dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) em Estado de Coisas Inconstitucionais, decretado pela ADPF 347, contudo, até então, pouquíssimo se fez para mudar essa dramática realidade, provas são que em meados deste ano ocorreu rebeliões gravíssimas semelhantes a do filme então citado.
Brenna de Paula Rodrigues da Silva
Direito, 3° Período – Noturno, Devry/Facimp
*lei nº7.210/84
ExcluirELIANAIA LIMA COSTA- DEVRY FACIMP- 3º PERÍODO- NOTURNO
ResponderExcluirCarandiru, é uma comovente história baseada em fatos reais e no livro escrito pelo médico Drauzio Varella (Luiz Carlos Vasconcelos). O enredo do filme começa quando ele resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, vítima de um dos dias mais negros da história do Brasil, quando a Polícia Militar do Estado de São Paulo, a pretexto de manter a lei e a ordem, fuzilou 111 pessoas. Naquele cenário, o médico toma contato com o que, aqui fora, ainda é tema de discursões. No que tange aos presídios e penitenciárias brasileiras é salutar que se exponham algumas situações que não são isoladas e que violam de maneira exacerbada os direitos humanos dos presos no Brasil. Em uma primeira análise o cenário em que os presos são submetidos já não é um assunto inédito, a superlotação dos presídios é um dos maiores problemas que o sistema carcerário enfrenta na contemporaneidade e já enfrentava no Carandiru, ela transgrede a Lei nº 7.210, de 1984, a chamada “Lei de Execução Penal”, na qual são assegurados diversos desses direitos que o preso tem, inclusive o alusivo a cela individual salubre e com área mínima de seis metros quadrados. Sem dúvida é também a dificuldade que possui o maior número de consequências, uma vez que a superlotação corrobora para um ambiente insalubre, a disseminação de doenças e põe o preso em uma situação extremamente precária e fere a sua dignidade humana, constantemente tratado no filme. Nesse contexto é ofendido: o princípio da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, inciso III); a proibição de tortura e tratamento desumano ou degradante de seres humanos (artigo 5º, inciso III). Segundo relatórios do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, os presídios não possuem instalações adequadas à existência humana. A falta de recursos básicos de saúde, alimentação e higiene é outra incógnita do sistema prisional brasileiro. Falta alimento, produtos de limpeza, agua potável, iluminação, ventilação, produtos básicos de higiene e uma completa falta de assistência social. O preso no Brasil, tem direito a educação, mas não estuda; tem direito a assistência médica, mas morre por falta de medicamentos e tratamento; tem direito a dignidade, mas sofre diariamente, seja por falta de assistência básica, seja por meio de agressões físicas e violência sexual, que no caso de travestis e homossexuais são ainda piores, havendo a existência de estupros. Não são tratados como seres humanos, sofrem em uma situação deplorável e humilhante cotidianamente, e muitos que deveriam ser soltos em certa data, cumprem um período mais extenso do que sua pena, pela falta de organização presidiária, haja vista as condições de cada presidio. Esse cenário de descaso e violação dos direitos humanos dos presos gera consequências devastadoras, sendo uma das principais a inexistência de reabilitação e o incentivo à reincidência. Isso se deve à desorganização que a superlotação provoca, visto que na falta de espaço, em um mesmo ambiente encontra-se presos com diferentes níveis e tipos de periculosidade. Fere-se aqui o dever estatal de viabilizar o cumprimento da pena em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e sexo do apenado (artigo 5º, inciso XLVIII, C.F.); a segurança dos presos à integridade física e moral (artigo 5º, inciso XLIX, C.F.). Se não recebe a atenção necessária, os cárceres brasileiros deturpam sua função original de reabilitação para a delinquência, e a ressocialização para a reincidência. O filme Carandiru tem um paralelo de realidade com o cenário penitenciário contemporâneo, visto que ainda possui agravante do número de apenados ter aumentado e as condições terem diminuído consideravelmente . Temos, portanto, o ambiente de ressocialização destruindo e matando pessoas e tornando impossível a reabilitação dos mesmos.
ANA LECTICIA SANTOS BANDEIRA - 3º PERÍODO DIREITO/FACIMP
ResponderExcluirPode-se dizer que o sistema carcerário brasileiro é o reflexo de uma situação alarmante e de grande impacto em nossa sociedade. O que era para ser um ambiente de ressocialização dos presos tornou-se um local de degradação, onde os presos que se encontram em condições precárias, se revoltam e ficam cada vez mais desperançosos e perigosos com tal situação.
Diante dos fatos ocorridos no massacre do Carandiru percebe-se que houve total violação dos direitos dos presos, pois além de estarem submetidos a uma situação degradante, tais como insalubridade das celas, má alimentação, violência sexual, celas pequenas e superlotadas, onde a capacidade era de 4000 e havia 7500 presos, foram submetidos a maior chacina da história das penitenciarias brasileiras. O papel da policia em problemas como este, que tem se tornado cada vez mais comum no Brasil, deveria ser de estabelecer a ordem no local e conter a rebelião, em contrapartida o que houve foi o tratamento dos homens de forma desumana, decidindo quem vive e quem morre, ferindo os direitos humanos e exercendo um poder de repressão.
Recentemente houve uma rebelião no estado de Manaus resultando na morte de 56 detentos que ficou conhecida como uma das maiores rebeliões do Brasil, perdendo apenas para o massacre no Carandiru em São Paulo, onde foram constados 111 detentos mortos, de acordo com dados do G1-globo. A rebelião organizada pelos presos foi uma forma de protesto para as más condições dentro do presídio, uma forma de chamar a atenção do Estado para que a situação fosse resolvida.
Portanto, nota-se que passados anos do massacre do Carandiru os problemas do sistema prisional Brasileiro ainda são os mesmos, pois em vários presídios do Brasil os presos vivem em péssimas condições e a única forma que encontram para chamar a atenção do Estado é através da formação de rebeliões, que conseqüentemente piora sistema prisional e resulta na morte de presos e policiais.
O filme CARANDIRU baseado em uma história real vivenciada e escrita sobre os olhares do médico Drauzio Varella relata a triste realidade do sistema carcerário Brasileiro, atualmente vem se falar que o sistema prisional brasileiro estar passando por uma crise, porém e nítido que o sistema prisional não está passando por uma crise ele é uma crise, pois se passado os anos, assim como no Carandiru o sistema prisional hoje não passa de grandes amontoados de pessoas vivendo em condições sub-humanas dentre as quais; espaço físico inadequado, falha na progressão penal, torturas, maus tratos, corrupção, negligência, rebelião atentados etc. Logo, os conceitos de ressocialização e reintegração social tem se mostrado como falácias.
ResponderExcluirO indivíduo encarcerado no Brasil virou uma espécie de não-cidadão, não tendo preservados direitos fundamentais. A Lei de Execuções Penais (LEP) defende e preserva a integridade desse ser humano, mas não parece ser aplicada a contento. É tão grande a falência do sistema penitenciário brasileiro que foi declarado um Estado de Coisa Inconstitucional, ou seja, a situação atual do sistema penitenciário brasileiro viola preceitos fundamentais da Constituição Federal, que são direitos dos presos.
Portanto a triste história do Carandiru ainda repercute nas prisões atuais devido a falência e negligencia do Estado em se buscar a promover mudanças na sociedade carcerária, problemas esses que viabilizam a repetição dessa tragédia.
EVALDO MYCAEL COSTA DE SOUSA
3° PERÍODO NOTURNO
DEVRY FACIMP
filme Carandiru retrata uma das maiores penitenciárias do Brasil. Onde foi feita para abrigar 3000 presos mas chegou a custódia cerca de 7000. A sua superlotação contribuiu para o desrespeito aos direitos humanos, sendo esse massacre de grande repercussão tanto nacional quando internacional. O evento repassado no filme Carandiru, ocorreu em 1992 que resultou em centenas de presos mortos o que ganhou lugar na história brasileira, abrindo os olhos da sociedade ,sobre os problemas da justiça brasileira, que começa na polícia, chegando ate o sistema Penitenciário. Quando passa a se verificar tamanha insalubridade nos presídios, a pena privativa de liberdade passa a não cumprir sua função de ressocialização e de ocorrer para que os presos não voltem a cometer crimes, fazendo que eles saiam da reclusão ainda mais revoltados e propensos a violar a lei.
ResponderExcluirO que resultou na maior chacina brasileira já existente.
CINTIA RODRIGUES CORREA 3 PERIODO NOTURNO
DEVRY FACIMP
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPodemos notar na obra cinematográfica “Carandiru”, a ausência de humanidade e a inercia do estado, onde se mostra os presos vivendo em celas superlotadas, no qual isso já infringe a principal lei que rege sob os presos a Lei nº 7.210, de 11 de Julho de 1984 trás em seu artigo 88 que o detento será alojado em cela individual, que conterá dormitório, sanitário e lavatório, com área mínima de 6,00m2 (seis metros quadrados) no filme demostra celas ate similares, porem, contem mais de 10 presos em um único ambiente no qual seria o lugar adequado somente de um detento, ou seja, o Estado não demostrava interesse algum sobre os carcerários. No filme retrata uma rebelião feita pelos detentos na busca de melhorias de sobrevivência, na qual gerou uma chacina entre policia e presos, até tentam celebrar um acordo, porem o representante do estado se nega, pois para ele os que ali estavam presos não passavam de meliantes. Atualmente no nosso sistema carcerário acontece praticamente a mesma coisa, o Estado não da o auxilio necessário para que haja as prisões e o julgamento dos presos, e muitas das vezes presos com pena vencida e ainda presos. No entanto, o problema no nosso sistema carcerário esta longe de ser resolvido.
ResponderExcluirLuanna Pereira Silva, 3º período Noturno Devry-Facimp
O filme baseado em fatos reais retrata as exacerbadas infrações aos direitos assegurados pela Carta Magna que regimenta esta nação. Através de experiências vivenciadas pelo médico Drauzio Varella vulgo Carandiru.O qual após iniciar um processo para combater a alastrante infecção do vírus da AIDS, verifica as extremas condições insalubres do cárcere, os mal-tratos aos encarcerados, a superlotação das celas, e os demais descumprimentos aos próprios direitos humanos. Ademais, o drama não configura um apelo para que não ocorra punições aos infratores, mas que essas atendam os direitos e sejam atenuadas de acordo com a conduta e o delito cometido. Por fim, os acontecimentos corroboram para o triste desfecho, que assombrou e assombra a sociedade nacional e internacional, com 111 execuções, justificadas pela Polícia Militar como forma de "manter a Lei". Recentemente, fora confirmardo que o sistema prisional brasileiro não recebeu relevantes modificações, no tocante as rebeliões ocorridas, no início deste ano, nesse país. Levando o STF à acolher os pedidos da ADPF n° 347.
ResponderExcluirMariana Hellen Pinho Silva, III período do curso de Direito da DeVry Facimp.
O filme retrata o estado desumano e deficiente do sistema prisional brasileiro. Não atendendo assim a sua real finalidade e transformando-se em grandes escolas para o crime, atualmente o sistema penitenciário brasileiro não passa de grandes amontoados de indivíduos, como mostra no filme, sobrevivendo em condições desumanas, sujeitos a infecção de diversos tipos de doenças. Por outro lado, a sociedade dispõe de uma impressão vingativa com relação aos direitos naturais dos presos, o que não significa que estes tenham que ter seus direitos jogados fora, como é o caso do massacre do Carandiru, quando a policia militar em busca de retomar o complexo de uma rebelião executou 111 detentos. A crise e falência do sistema penitenciário brasileiro quase sempre é tratada como um problema exclusivamente da segurança publica e não como reflexo de um problema social. A segurança dos presídios não dispõe de proteção a sociedade, aos agentes e tampouco aos presos. O aumento da criminalidade reflete a superlotação nos presídios, e neste caso do Carandiru o problema da superlotação impediu que uma pequena discussão ocorrida antes do massacre pudesse ter sido contida. Reforços militares foram necessários, porém, estes agiram com violência desproporcional, gerando o maior ataque a presos já visto na história do Brasil. Quando se verifica tamanha insalubridade nos presídios, a pena privativa de liberdade passa a não cumprir sua função de ressocialização fazendo com que eles saiam da reclusão ainda mais revoltados e propensos a violar a lei. A lei 7.210, de 11 de julho de 1984 trás em seu art.88 que o detento devera ser alojado em cela individual, que conterá dormitório, sanitário e lavatório, com área mínima de 6m2, o que na realidade é bem diferente. O próprio estado mostra-se incapaz ou ate mesmo negligente em buscar entender onde está a raiz do problema para então atingir o objetivo esperado.
ResponderExcluirLeilane Barros da Cunha, 3º Periodo Direito Noturno, Devry Facimp.
São Paulo 1920 é inaugurada uma Casa de os Detenção,que era um exemplo dentro e fora do país até meados da década de 30.Em 1940 o Carandiru lotou, e o pavilhão 9 abrigava cerca de 2 mil presos era o mais temido, pois intimidavam os réus primários que chegavam.O pavilhão 8 ficavam os detentos mais violentos, e o pavilhão 7 ficavam os presos mais tranquilos, passavam a maior parte do dia trabalhando.
ResponderExcluirNo dia 2 de outubro de 1992 por voltas das 14 horas começou uma discussão entre dois presos,que acabou gerando uma briga fora do controle,os presos quebraram tudo,queimaram os colchões. Cerca de 300 policiais comandados pelo coronel Ubiratan estavam do lado de fora e adentraram ao presídio.Segundo informações, foram mortos 111 presos mortos um verdadeiro massacre, porém 26 detentos foram mortos fora das selas,74 policiais foram condenados e absolvidos juntamente com o coronel Ubiratan e alguns meses depois de solto foi assassinado.
Então o doutor e escritor Drauzio Varella, escreveu o livro "Carandiru" que conta a história de um medico(Luiz Carlos Vasconcelos)que foi tratar da saúde dos detentos com Dsts e Aids e tuberculosos, pois os detentos eram mal tratados, higienização precária, super lotação nas selas,ele trabalhou no Carandiru 13 anos, conviveu de perto com a realidade dos detentos.
25 anos se passaram e a realidade dos presídios não mudou quase nada, em janeiro de 2017 na cidade de Manaus teve um massacre com 60 pressos mortos, teve repercussão mundial. A ONU questionou os direitos humanos dos pressos por serem violados, o que diferencia os presos de hoje com os do filme Carandiru, é que os presos tem acesso as armas de fogo com facilidade, aos aparelhos eletrônicos dentro dos presídios.
Porém a falta de assistência medica é precária,pois são tratados, como "bichos uns verdadeiros animais" perante a sociedade, e a falta de higiene nas selas dentre outras,poucos tem direitos de estudar,o artigo 38 do CP trás os Direitos dos Preso. Infelizmente não condiz com a realidade.
aluna: Elisbeth Silva de Oliveira
curso:Direito 3 período Noturno
Faculdade: Devry Facimp
O filme mundialmente famoso Carandiru, relata em sua essência o sistema penitenciário brasileiro, que não foi de exclusividade da casa de detenção “Carandiru”, mas é uma realidade vivida até os dias de hoje, por diversos presídios. O sistema penitenciário na grande maioria do país é desumano e fere em todos os aspectos a LEP, no que diz respeito ao tratar dos detentos e a forma de prisão. A prisão em nosso país tem como maior objetivo penalizar e resocializar o indivíduo de volta a sociedade, tendo em vista que ele pagou penalmente pelo seu ato ilícito cometido. O estado tem e deve que tomar uma ação para a LEP em sua integra seja aplicada para diminuir todo e qualquer risco de termos outro desastre como o já ocorrido no Carandiru, pois nas condições atuais é apenas uma questão de tempo para sofremos outras rebeliões da mesma magnitude ou pior.
ResponderExcluirCARLOS EDUARDO SOUSA CARVALHO – 3º PERÍODO – NOTURNO- DEVRYFACIMP
Há várias versões para o massacre do dia 02 de Outubro de 1992, no Carandiru em São Paulo. Algumas delas dizem que a briga começou por uma discursão entre dois presos do Pavilhão 9, aproveitando assim alguns grupos rivais para fazerem seus acertos de contas. Depois de algumas horas a situação estava insustentável, os agentes penitenciários haviam abandonado os pavilhões que estavam tomados, começando assim uma rebelião.
ResponderExcluirO diretor do presídio pediu reforço militar, por volta das 16 hrs e 30 min , o Coronel Ubiratan autorizou a ROTA á frente de outras tropas da polícia militar entrar no pavilhão 9.
Segundo a polícia eles foram recebidos pelos presos armados com estiletes, facões e armas, sendo que nunca teria sido provado que as armas foram usadas contra os presos. De acordo com a defesa de alguns presos, eles já tinham se rendido jogando pelas janelas as facas e todo tipo de armas, com isso eles ficaram aglutinados e desarmados dentro das celas, quando a ROTA entrou e começou o extermínio, pode-se dizer extermínio, pois na maioria das execuções os tiros eram no tórax e na cabeça, não foi um confronto ou enfretamento por parte dos presos. Depois do massacre a policia saiu do presídio levando feridos os que sobreviveram tiveram que carregar os mortos para o primeiro andar. No fato ocorrido no Carandirú não foram registrados nenhum número de policiais mortos e a entrada deles na prisão foi autorizada pelo Governo de São Paulo, mais o Governador e o Secretário da Segurança Pública, jamais foram responsabilizados.
A maioria dos mortos, mais de 80% estavam aguardando ser julgados, então não eram necessariamente condenados e muitos outros eram réus primários.
A violência nos presídios piorou depois do massacre, veio a formação do PCC (Primeiro Comando da Capital) na qual chegaram a coordenar uma rebelião simultânea em ate 74 unidades prisionais simultaneamente, resultando varias mortes de presos e agentes penitenciários. Atualmente a aplicação penal nem sempre é colocada de forma correta e o preso é esquecido, a corrupção dentro das cadeias só cresce e pra piorar, as facções se estendem não só dentro como fora da cadeia. O descaso por parte do Governo, a falta de estrutura, a superlotação e a falta de um sistema de recuperação do detento. Assim é o sistema prisional hoje cheio de promessas sem retornos . Aluna Mirele Uchoa de Sousa - Direito not 3 periodo