O filme conta a história do advogado Jake Tyler Brigance, que é contratado por Carl Lee, um pai que teve a sua filha estuprada aos dez anos de idade por dois homens brancos, bêbados e racistas na cidade de Canton, no Mississippi, no sul dos EUA. Como vingança, Lee dispara tiros com uma metralhadora na entrada do julgamento, matando dessa forma os dois agressores e deixando deficiente um policial que os acompanhava e ficara na linha de tiro. Com a ajuda da estudante de direito Ellen Roark, Jake Tyler e sua parceira precisam criar táticas de defesa para seu cliente, ao mesmo tempo que são agredidos e perseguidos por grupos racistas que planejam executá-los por estarem ajudando Carl Lee, grupo esse liderado por familiares dos dois estupradores assassinados.
FORMULÁRIO PARA COMENTÁRIOS E DISCUSSÃO
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_de_Matar
Prazos alunos, após assistirem ao longa-metragem "Tempo de Matar", deverão confeccionar um comentário relacionando a temática do filme com a nossas aulas ministradas na disciplina de Direito Penal III, Crimes Hediondos, conforme orientações a seguir:
- Número mínimo de palavras para o comentário: 200
- O Aluno deve identificar-se ao final do comentário

No longa-metragem “Tempo de matar” o Carl Lee comete homicídio qualificado, já que os elementos que ele matou não poderiam se defender visto que estavam algemados indo a julgamento, porém o crime foi esculpido pelo desejo de justiça do pai, já que estava com medo de que o agente fosse soltos os mesmo que estupraram e espancaram sua filha, isso em si torna o crime privilegiado, consoante o ART. 67 e 65, III, a) do CP .Sabendo-se que as circunstancias do estrupo e espancamento sofrido pela filha foram preponderantes para que ele executasse a conduta de matar, de cometer um homicídio qualificado, e visto que o crime também foi cometido por relevante valor social e moral, isso afastaria a hediondez do crime já que a ideia que o mais atormentava era que os abusadores de sua filha poderiam ficar soltos. Vale ressaltar que que tanto a doutrina majoritária como a jurisprudência adota e acolhe a ideia, de que o homicídio privilegiado-qualificado não e crime hediondo já que a privilegio afasta a hediondez do crime, logo o crime que e imputado a Carl Lee não e hediondo visto que a ação dele foi sobre a luz da uma circunstancia de atenuante( ART. 65 do CP) portanto isso afastaria a qualificação do crime cometido.
ResponderExcluirPaulo Henrique Rodrigues Alves
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ResponderExcluirNo filme Tempo de Matar, “Carl Lee” sendo o protagonista, comete homicídio qualificado, pois revoltado com o que aconteceu e sabendo que não haveria justiça certa, já que ele é negro e os outros eram brancos, mata os dois elementos que estupraram sua filha, porém os dois elementos estavam algemados e indo a julgamento, quando Carl Lee chega de surpresa e atira neles, movido pela raiva e pelo desejo de realizar justiça como pai, assim, impossibilitando os “algemados” a qualquer tipo de defesa. Como qualificar nessa situação? Na conduta do agente apresentada no filme, se classifica como privilegiada e qualificada, pois para ser hediondo deve ser homicídio apenas qualificado.
ResponderExcluirEssa conduta que Carl Lee comete ao alvejar os dois elementos, discorre sobre o art. 121 § 1º e 2º do Código Penal, no § 1º visa a parte em que fala sobre domínio de violenta emoção, pois o pai da menina estava totalmente fora de si, e no § 2º, onde no inciso V temos: “Para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime, ai se esclarece muito pois Carl Lee já imaginava que os estupradores teriam impunidade pelo outro crime cometido, dai então se tratando como elemento surpresa, e que percebemos que ocorre quando o crime foi impulsionado por algum motivo relacionado ao valor moral e valor social. Com isso, a atitude tomada pelo pai, "Carl Lee" se enquadra como qualificada e privilegiada, afastando, assim a hediondez pelo privilégio do crime cometido.
Obs: Se fosse comigo, eu teria feito a mesma coisa que ele kkkkkkkkkkk (Desconsidera essa parte professora)
Willian Lennon - 5º período - matutino
"“Para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime, ai se esclarece muito pois Carl Lee já imaginava que os estupradores teriam impunidade pelo outro crime cometido,"... Bom aqui, eu acho q o CP no art 121 p2 item V se refere ao crime em que o infrator está praticando ou venha a praticar ( no caso o pai da menina ) e nao de crimes praticados pelas futuras vítimas (no caso os policias estrupadores).
ExcluirO entendimento e pacifico no reconhecimento do delito na figura de homicídio qualificado-privilegiado com a combinação dos §§ 1º e 2º com os incisos III e IV do art. 121, CP, tendo essa qualificadora de natureza objetiva. Por conseguinte, o mesmo afasta a hediondez. Simplificadamente, pelo fato de que o art. 1, inciso I da lei nº 8.072/90 não qualifica o homicídio privilegiado, somente o homicídio qualificado( art. 121, § 2º, I,II,III,IV,V).
ResponderExcluirCarl Lee, no filme Tempos de Matar, comete somente o delito tipificado como homicídio qualificado, em detrimento a isso exclui o privilegio. Tendo em vista que não praticou o crime "logo a pós a injusta provocação" arrolada no art. 121,§1° CP. Pois teve premeditado tal conduta. Por tal conjuntura, o agente praticou a conduta criminosa excluindo a minorante do privilegio, desconfigurando a violenta emoção em vingança. Conclui-se que, o crime praticado por Carl Lee, e hediondo pelo fato de "traição, emboscada" previstos no art. 121, § 2º, IV, CP, e na lei n° 8072/90.
John Alyson Arrais - 5° período de Direito
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ResponderExcluirNo filme"Tempo de Matar" o personagem Carl Lee cometeu homicídio qualificado hediondo, segundo o art.121, inciso 1º e 2º do CP, apresentando motivo de valor relevante social ou moral. Entretanto,s endo possível que ele seja qualificado e previlegiado ao mesmo tempo, podendo o crime deixar de ser hediondo, segundo algumas doutrinas,assim afastando toda hiondez previlegiada.
ResponderExcluir*OHANNA BARROS
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ResponderExcluirO homicídio qualificado é crime hediondo, mas é possível que ele seja qualificado e privilegiado ao mesmo tempo. Nesse caso, se a conduta do agente for classificada como privilegiada e qualificada, o crime deixa de ser hediondo. Para ser hediondo, o homicídio deve ser apenas qualificado. Como discorre o autor Fernando Capez: “No concurso entre as circunstâncias objetivas e as subjetivas, estas últimas serão predominantes, nos termos do artigo 67 do CP, pois se referem aos motivos determinantes do crime. Assim, o reconhecimento do privilégio afasta a hediondez do homicídio qualificado. ” Por fim, respondendo à questão proposta em sala e reafirmando o que, majoritariamente, a doutrina preconiza: Identificada a conduta do indivíduo como qualificada e privilegiada, a hediondez é afastada pelo privilégio. Homicídio qualificado privilegiado não é crime hediondo.
ResponderExcluirAline Fernandes
Isso aí!
ExcluirCarl Lee, um pai que enseja pela justiça. Quando sua filha de 10 anos e estuprada e quase morta , por dois rapazes que não sentem remorso momento algum . Por saber qual seria a justiça para ambos!e que brevemente iria os encontrar em liberdade novamente.
ResponderExcluirCarl Lee mata os dois a tiros na entrada da audiência. Considerando assim ( homicídio privilegiado qualificado) como não hediondo, seguindo assim o art 67 do código penal" preponderância do crime" , relevante valor social,moral, domínio de violenta emoção.
Carl Lee só fez o que muitos tem vontade de fazer .
ResponderExcluirLuciane de Sousa 5°periodo matutino
A existência do crime de homicídio qualificado privilegiado é possível quando ocorre a combinação de uma qualificadora objetiva e uma privilegiadora subjetiva. Para alguns autores as leis dos crimes hediondos é uma resposta jurídica para satisfazer a sociedade por crimes de impacto da mídia. Fazendo uma transição dos fatos que ocorreram no filme, quando o autor fica a espreita esperando a entrada dos dois criminosos configurou a forma qualificadora do crime conforme o art. 121 § 2°, IV, CP, mas como o autor procedeu impelido por relevante valor moral e sob o domínio de violenta emoção tem-se a forma privilegiada de acordo com art. 121 § 1° CP.
ResponderExcluirDestarte conforme o posicionamento de alguns doutrinadores e fazendo menção ao art. 67 do CP o homicídio privilegiado qualificado não se caracteriza como hediondos, já que a privilegiadora é a característica subjetiva e predominaria sobre a qualificadora.
Mateus Maia
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ResponderExcluirLeva-se em conta a existência do homicídio qualificado privilegiado, uma vez que para ele existir, é necessário que haja uma qualificadora objetiva, ou seja, aquelas que desconsideram o estado anímico do agente, mas geralmente o modo de execução do delito em concurso com uma privilegiadora, que será sempre subjetiva. E quais seriam as qualificadoras objetivas? Seriam, por exemplo: Emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou que possa resultar perigo comum, onde entraria em concurso com as previlégiadoras subjetivas: Relevante valor social, Relevante valor moral, Domínio de violenta emoção ou injusta provocação da vítima. Seria estranho pensar em concurso de motivo fútil com motivo de relevante valor social. Entretanto, Magalhaes Noronha discorre:
ResponderExcluir“Trata-se de questão bastante controvertida: Pode um homicídio ser, ao mesmo tempo, qualificado e privilegiado?
Embora difícil pode uma qualificadora coexistir com uma circunstância do §1°, o caso do sertanejo, v. g., que mata de tocaia o estuprador de sua filha: emboscada e motivo moral.
Será esta a opinião do Código? A interpretação dos tribunais é variada: ora decidem negativamente, ora se pronunciam pela admissibilidade”
Então, se vermos como Noronha trata do assunto, constatamos que há uma grande controvérsia.
Seguindo neste cenário e fazendo ligamento ao crime cometido no filme por Carl Lee, e em junção dos art. 121 §§ 1º e 2°, e ressaltando o art. 67, CP, descaractezaria crime hediondo, em vista que seria subjetiva > qualificadora.
Karla de Sousa Bueno:
ResponderExcluirO filme Tempo de Matar conta a história de um negro que, ao matar dois brancos que espancaram e estupraram sua filha de 10 anos é preso. (Sandra Bullock) uma estudante de Direito vão contra todo um preconceito e racismo existente na comunidade daquela cidade para tentar defendê-lo. No qual, o pai de Carl Lee deseja fazer justiça com as próprias mãos. o artigo 1o, inciso I da lei de crimes hediondos trata apenas do homicídio qualificado, nada trazendo sobre o homicídio privilegiado. Dessa forma, como a legalidade assume contornos de garantia para o réu, não se poderia ampliar a previsão dos crimes hediondos para uma modalidade não prevista pelo legislador, sob pena de analogia em prejuízo do acusado.
5ºP. Matutino
No filme "TEMPO DE MATA" Carl Lee, praticou um crime sobe forte emoção.
ResponderExcluiro crime foi configurado como delito tipificado e homicídio qualificado-hediondo, segundo o artigo 121,§1; e §2; do CP
No filme "TEMPO DE MATA" Carl Lee, praticou um crime sobe forte emoção.
ResponderExcluiro crime foi configurado como delito tipificado e homicídio qualificado-hediondo, segundo o artigo 121,§1; e §2; do CP
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ResponderExcluirO homicídio dito como privilegiado é uma causa de diminuição de pena. Não leve a palavra “privilegiado” ao pé-da-letra. Na verdade, o privilégio não é uma vantagem pessoal no que toca à conduta do agente do crime.
ResponderExcluirMas, como pode um homicídio ser ao mesmo tempo privilegiado
e qualificado? É assim: se uma circunstância subjetiva do crime de homicídio privilegiado COMBINAR com uma circunstância objetiva do crime privilegiado,então, esse crime será, ao mesmo tempo privilegiado-qualificado, deixando de ser hediondo.
Verônica Cordeiro Moraes
5° Período Matutino de Direito da Facimp-DeVry
No filme “Tempo de Matar”, o acusado era o pai de uma jovem que foi estuprada por dois homens. “Carl Lee”, o pai da vitima sobre forte emoção na busca pela justiça atira nos homens que cometeram o crime contra sua filha, eles não tiveram tempo para se defender porque estavam algemados e o policial que fazia a segurança de ambos fica ferido na perna. Crime caracterizado como homicídio privilegiado qualificado não classificando o crime como hediondo.
ResponderExcluirJanaína de Pádua Alves Brito
Facimp - Devry 5º Período Matutino
O homicídio qualificado-privilegiado é doutrinariamente conceituado, quando o agente comete um homicídio enquadrado em uma das formas típicas do paragrafo 2 , do artigo 121, e o motivo subjetivo que o impulsiona inserido no artigo 121, paragrafo 1. Desta forma, considerando este dado crime, no filme " tempo de matar" poderiamos categoricamente dizer que Carl lee comete crime qualificado(art. 121 paragrafo 2, inc. IV) impelido por violenta emoção e relavante valor social, tanto que resta absolvido pela sociedade por esta entender justificável sua conduta. Todavia, ainda que Carl lee tivesse sido condenado baseado na Lei de crimes hediondos 8072/90, o crime comprovado homicidio qualificado-privilegiado não é introduzido no rol taxativo da Lei especial. homicídio qualificado, sim.
ResponderExcluirJANAÍNA SOUSA CAVALCANTE
5 PERÍODO MATUTINO
O filme retrata a história de um negro, Carl Lee, que mata dois rapazes, brancos, sob influência de forte emoção por eles terem estuprado sua filha e ter feito atrocidades com ela. O protagonista, arma uma emboscada e pega os dois rapazes de surpresa sem que eles tenham como se defender, disparando vários tiros contra eles. Temos, então, aqui, um homicídio qualificado privilegiado, que segundo a doutrina majoritária há sim a possibilidade de sua existência, pois há a junção de elementos objetivos(qualificadora) e elementos subjetivos(atenuante).
ResponderExcluirPorém, por ser crime privilegiado se exclui a classificação do crime como sendo hediondo.
Mayla Marques Morais
5° Período Matutino de Direito da Facimp-DeVry
No caso do filme “Tempo de Matar”, Carl Lee tem sua filha de 10 anos violentada e acaba executando os autores do crime de estupro de sua filha, o que, em síntese, caracteriza o crime do art. 121, §1 do CP (matar alguém impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima...). Além disso, a conduta de Carl Lee também caracteriza o crime do art. 121, §2, IV do CP (homicídio qualificado cometido à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido). Desse modo, em análise ao caso em tela, trata-se de crime privilegiado-qualificado (hibrido), e que, segundo o STJ não seria hediondo porque o privilegio prepondera em face da qualificadora, conforme artigo 67 do CP (circunstancia preponderante), além da incompatibilidade sistêmica entre a relevância do motivo e a repugnância inerente a hediondez.
ResponderExcluir5° P, matutino
Carl Lee, pai de Tonya cometeu homicídio qualificado privilegiado, quando resolveu fazer justiça com as próprias mãos perante o tribunal, matando os dois indivíduos que estupraram sua filha de 10 anos. No momento do homicídio, os dois meliantes estavam algemados sendo levados ao tribunal para terem a definição do valor da sua fiança, e Carl movido pelo ódio devido aos acontecimentos ocorridos, disparou contra os mesmos, configurando assim o delito. Partindo desse pressuposto é de suma importância ressaltar que conforme a Lei 8.072/90 de Crimes Hediondos, nos termos do artigo 1º, Inciso I, não existe a modalidade de homicídio privilegiado, tratando-se apenas de crime qualificado. Por conseguinte, o pai da garota procura Jake Brigance, advogado de confiança que já havia defendido seu irmão em outro processo para que ele assuma o caso posto contra ele. Só que ao assumir, uma série de situações negativas começam a acontecer para que o mesmo abandone o caso. Devido a isso, Helen então se responsabiliza pela causa, porém também sofre com ameaças devido ao preconceito e racismo daquele local. É crucial, apontar que o crime de homicídio qualificado privilegiado, não é caracterizado como crime hediondo, sendo que para ser configurado crime hediondo ele precisaria ser somente qualificado.
ResponderExcluirBruno Azevedo Fonseca
No filme analisado, “Tempo de Matar”, Carl Lee matou os estupradores de sua filha de apenas 10 anos de idade quando os autores do crime estavam indo a julgamento sendo que eles se encontravam algemados, logo, Carl Lee cometeu os crimes do artigo 121, §1 e §2, IV do CP (homicídio privilegiado e qualificado). Entretanto, em razão do privilégio ser dominante, conforme entendimento da jurisprudência, retira-se a natureza hedionda do crime em comento
ResponderExcluirFernanda Oliveira Facimp
5 período
o filme conta a historia de um pai negro q teve a filha pequena estuprada por homens brancos. homicídio qualificado privilegiado
ResponderExcluirkeila Alcântara 5 ºperiodo facimp
Levando em consideração o rol taxativo da lei de crimes hediondos que se limita a citar o homicídio qualificado e o simples apenas, uma parte da doutrina entende que o tipo híbrido privilegiado-qualificado não deve constar nos crimes hediondos, por ser esta uma situação excêntrica e que não pode portanto, ser considerada para fins de desfavorecer o réu.
ResponderExcluirPorém, o entendimento do STF mostra-se contrário à esta doutrina, adotando e reconhecendo o homicídio privilegiado-qualificado como hediondo, pois, segundo o HC 76.196-GO, 2.° T., rel. Maurício Correa, 29.09.1998, m.v., RTJ 176/743, "a superveniência das Leis 8.072/90 e 8.930/94, que tratam dos crimes hediondos, não altera a jurisprudência deste Tribunal, observando-se que no caso do homicídio qualificado não foi definido novo tipo penal, mas, apenas, atribuída uma nova qualidade a um crime anteriormente qualificado".
Kathya Cristhyna Silva Furtado. 5° Período Matutino. Facimp/DeVry
A trama "Tempo de Matar" envolve em seu enredo assuntos como racismo, estupro e homicídio.
ResponderExcluirEm Canton no Mississipi, dois homens brancos estupram Tonya, uma menina negra de apenas 10 anos de idade. Seu pai, Carl Lee, vingar-se matando os dois homens brancos e lesionando um policial. Carl, conta com a ajuda do advogado branco Jake Tyler. No entanto, a visibilidade do crime começa a causar confusão entre negros e brancos, especialmente quando o Ku Klux Klan se instaura na cidade trazendo desordem e medo.
O julgamento de Carl Lee pelo homicídio praticado, na realidade envolve também uma discussão racial, onde o advogado buscou utilizar o método indutivo, utilizando-se do sentimentalismo dos jurados, especialmente quando diz: "Agora imaginem que ela é branca." Onde encerra sua oratória e consegue a absolvição do réu.
Analisando do ponto de vista da Lei Penal Brasileira, o crime de Carl se enquadraria no Art. 121, § 1 e § 2, IV do Código Penal - Homicídio Privilegiado e Qualificado, com predominância do Privilegiado, retirando a natureza de Crime Hediondo conforme entendimento jurisprudencial.
Hianara - 7º Período - FEST. (Direito Penal V)
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ResponderExcluirO filme "Tempo de matar" nos retrata a causalidade pertinente até os dias atuais; o racismo, o desrespeito ao ser humano como pessoa independente da sua cor e o tratamento que é dado as seus semelhantes. Inicia-se com o tratamento desigual entre brancos e negros. Diante disso há o cometimento do "crime-raiz" que dá início a todo o enredo, o estupro da vulnerável e as agressões a ela causadas tanto físicas como psicológicas.
ResponderExcluirLogo após o fato os responsáveis pelo crime são conduzidos e aguardam julgamento, até que em certo momento o pai da criança sob forte emoção os ataca e vem a mata-los.
Outro ponto a se destacar é o preconceito e a divisão racial que é vista em todo o decorrer da trama, que há um maneira de lidar com cada tipo de pessoa (No caso, pessoas de cor e brancas) que nos mostram como este tipo de ideia modifica todo o transcorrer do processos e de suas causalidades, fazendo com que há uma certa imparcialidade.
Podemos ver claramente que a ocorrência do homicídio dos estupradores se retrata no artigo 121, § 1º e §2º do Código Penal, ou seja, o homicídio privilegiado qualificado em decorrência de que o autor está sob domínio de violenta emoção e relevante valor moral e social.
Vale ressaltar que este caso reflete também as circunstancias atenuantes do artigo 65 do Código Penal, consequentemente a estes fatos, o desqualifica como crime hediondo.
Eduardo Danillo - VII Periodo B - FEST
O filme “TEMPO DE MATAR” retrata fortemente o ápice da discriminação racial vivida nos Estados Unidos até meados do século XX.
ResponderExcluirOnde dois homens brancos, bêbados e racistas espancam e estupram uma menina negra de apenas 10 anos. Logo em seguida são presos, mas quando estão sendo conduzidos ao tribunal para terem o valor de sua fiança decretada o pai da garota (Carl Lee) decide fazer justiça com as próprias mãos e mata os dois, além de acidentalmente ferir seriamente um policial. Então surge como advogado de defesa Jack Brigance, sua equipe e família enfrentam perseguições de todos os lados, ao tornarem-se alvos da Ku-Klux-Klan também conhecida como KKK ou simplesmente "O Klan", (Um grupo de organização de extrema direita, com o lema ORGULHO BRANCO).
Contudo por ser crime privilegiado qualificado se exclui a classificação do crime como sendo hediondo. O crime de Carl Lee se enquadraria no art. 121, § 1 e § 2, IV do Código Penal, Homicídio Privilegiado Qualificado.
Interessante salientar sobre a soberania do júri no julgamento de crimes dolosos contra a vida. No filme, não resta dúvidas sobre a materialidade do crime imputado a Carl Lee, porém, diferente da aplicação somente da redução de pena prevista no crime de homicídio privilegiado, pudemos observar a total absolvição do réu.
Brena de Oliveira - 7ª Período “B” - FEST. (Direito Penal V)
O filme Tempo de Matar se passa na cidade de Canton no Mississipi. Traz a história de um negro, Carl Lee, que mata dois homens brancos,após espancarem e estuprarem sua filha de 10 anos,trabalhando na defesa de Lee está o Advogado Jake Brigance e Ellen, uma acadêmica de Direito. Na cidade em que se passa o filme, a maioria das pessoas são brancas, e é onde eles precisam superar o preconceito e o racismo para defendê-lo.
ResponderExcluirNo decorrer do filme há uma série de atentados, após a formação de uma seita racista, na tentativa de vingar a morte dos rapazes brancos, mesmo eles sendo culpados pelo crime que praticaram, o fato de serem brancos, coloca grande parte da cidade contra Lee e seu Advogado.
Depois de muitos fatos e uma esplêndida atuação da defesa, o júri, mesmo sendo composto em totalidade por brancos, consegue se colocar no lugar de Lee, de sua filha e de sua família, para assim sentir a dor daquele pai negro, que ao ver o que fizeram com sua pequena filha, se encheu de um sentimento de justiça e vingança e se pôs a matar aqueles dois homens.
Por fim, após a abordagem do autor, trazendo o racismo o estupro e o homicídio ao filme, o réu consegue a absolvição. Trazendo ao ponto de vista da Lei Penal Brasileira, com base no Art. 121 § 1 e §2 IV, do Código Penal, se trataria de um homicídio Privilegiado e Qualificado, assim, não podendo ser tido como Hediondo.
Walquiria Lima, 7º Período "B" Noturno- FEST.
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ResponderExcluirO filme "TEMPO DE MATAR" um longa metragem, trata de uma historia onde uma menina NEGRA de 10 anos e estuprada por dois homens brancos na cidade de CANTON no estado do Mississipi nos Estados Unidos, onde seu pai Carl Lee sabendo do acontecido e sob o domínio de violenta emoção mata os dois acusados a tiros, pois ele estava ciente que se fossem a julgamento os mesmos seriam absolvidos, se no caso fosse apenas isso o mesmo responderia por homicídio simples privilegiado e não hediondo de acordo art. 121, § 1º, mais no caso as vitimas não puderam se defender, o homicídio foi a traição, tornando - o qualificado que já e crime hediondo, art. 121 § 2º, IV, e Lei 8.072/90, então no caso do filme, o homicídio será homicídio qualificado privilegiado, não o considerando Hediondo, pois por ser privilegiado retira a hediondez, e não o tornando crime hediondo, respondendo apenas por homicídio simples. O interessante dessa historia e que ele não foi julgado por ter acertado o tiro no policial que foi atingido.
ResponderExcluirOnde o acusado foi juri popular, vindo a ser absolvido dos 2 homicídios que estava sendo acusado.
Kalil Buenos. 7º Período - B Noturno FEST
ExcluirDiscriminação Racial esse é o ponto marcante dessa trama.
ResponderExcluirO filme é todo centrado no julgamento do pai de uma garota negra de apenas 10 anos que foi brutalmente estuprada por dois homens brancos em uma pequena cidade de Canton no estado de Mississipi-EUA, onde o Réu, tomado pelo ódio invade o tribunal onde os dois estupradores seriam julgados e os mata a tiros na frente de todos os presentes.
Durante todo o filme é impossível não se fazer alguns questionamentos como:
1- Os dois estupradores mereciam morrer?
2- O pai tinha direito de mata-los?
3- Como a justiça deve agir diante de um fato assim?
4- É possível inocentar alguém que assassina dois homens diante de várias testemunhas mesmo que esse alguém seja um pai arrasado pela dor e pelo ódio?
Esse pai que agora é réu, tem em sua defesa um advogado que é branco que em certo momento do filme diz a seu cliente que também tem uma filha e que no lugar dele faria a mesma coisa caso alguém ousasse tocar nela.
Diante dessa declaração nos deparamos com outros questionamentos como:
1- Como separar o pessoal do profissional?
2- Esse sentimento atrapalha o advogado ou o motiva ainda mais?
Concluímos o filme também com outras indagações como:
1- Alguém tem direito de matar?
2- É possível que alguém tenha esse direito?
AO NOS DEPARAR COM O ESTUPRO DE UMA GAROTA DE APENAS 10 ANOS, NOS VEM UMA LEVE CONCLUSÃO DE QUE: "É POSSÍVEL SIM".
O crime no qual o pai se enquadraria seria no art. 121, §§ 1º e 2º, IV do Código Penal, Homicídio Privilegiado Qualificado, o que exclui a possibilidade de crime hediondo.
Giannini Costa - 7º período "B" / Direito - Noturno
No Filme tempo de Matar, percebemos um enredo carregado de assuntos sociais, que leva o expectador a reflexões valorativas em relação ao estupro, racismo,violência contra criança.
ResponderExcluirSobre a questão racial, assistimos a dramática situação de uma criança que sofreu um estupro, e seu pai tomado de grande revolta pratica um homicídio, no entanto sua condição racial (negro) poderia levar a um julgamento parcial.
Mas, no transcorrer do filme, o réu pai da criança é absolvido da acusação de homicídio.
No campo da Lei Penal Brasileira, com base no Art. 121 § 1 e §2 IV, do Código Penal, se trataria de um homicídio Privilegiado e Qualificado, assim, não podendo ser tido como Hediondo.
Jefferson Sales 7º período B/ Direito Fest Noturno.
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ResponderExcluirO filme em debate conta a história de um pai ( Carl Lee ) que em decorrência de sua filha ser brutalmente estuprada por dois homens brancos racistas, resolve fazer justiça com as próprias mãos, executando os dois homens no dia do julgamento deles, sendo preso e processado pelo duplo homicídio, porém ao fim do julgamento devido às circunstâncias que levaram Carl Lee a cometer tal crime ele foi inocentado pelo júri.
ResponderExcluirNos caso em tela, se cometido fosse sob o ordenamento jurídico brasileiro tal crime não seria tido como crime hediondo por não constar no rol do art.1º da lei 8.072 de 1990, e sim de um homicídio privilegiado e qualificado segundo o art. 121 § 1º e § 2º,IV do Código Penal.
Humberto Simões - FEST 7º "B"
o filme em debate retrata a história de um conflito vivido por uma família negra que vivia em uma pequena cidade Mississipi-EUA regada de uma população racista, onde sua filha de apenas 10 ano é violentamente estrupada por dois homens brancos, o patriarca ( Carl Lee ) da família motivado por um espirito de vingança e ódio resolve fazer justiça com suas próprias mãos matando os estupradores no momento em que estavam indo ser julgados. Carl Lee logo é preso pela acusação de duplo homicídio, o mesmo e levado a juri popular e é inocentado.
ResponderExcluirTrazendo a ótica do Direito brasileiro, o crime cometido por Carl lee se enquadra em um homicídio privilegiado qualificado segundo o art 121 § 1º e §2º IV do Código Penal,não se caracterizando como crime hediondo pois não esta no rol do art 1º da Lei 8.072/1090
JESSICA ADRIANA LIMA- FEST 7º "B"
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ResponderExcluirNo filme "Tempo de Matar", inicialmente relata um caso de estupro cometido por dois homens brancos, tendo como vitima uma criança de 10 anos negra. Em decorrência da atrocidade cometida, o pai da vitima movido por violenta emoção (Artigo.121, § 1º, CP) comente um duplo homicídio qualificado, ou seja, mata os estupradores da filha. Em decorrência disso o mesmo é levado a júri popular e o filme corre em torno do júri.
ResponderExcluirMediante as circunstâncias na qual o homicídio foi praticado, ele não pode ser tido como hediondo, pois, o homicídio qualificado privilegiado jamais será hediondo. Isso corre por que entre as circunstâncias objetivas e subjetivas, estas ultimas são preponderantes nos termos do artigo 67 do CP, pois dizem respeito aos motivos determinantes do crime. Conforme preleciona Fernando Capez "o reconhecimento do privilégio afasta a hediondez do homicídio qualificado"..
Sob o ordenamento brasileiro o homicídio qualificado privilegiado ocorrido no filme, não será hediondo, pois, o mesmo não estar previsto no rol do artigo 1º da Lei 8.072/1990. O mesmo seria tipificado pelo artigo 121 § 1º e § 2º IV, CP.
Bruna Sousa - FEST 7º "B"
O filme nos leva a raciocinar a desigualdade vivida no passado por muitos. Nos faz raciocinar sobre a intolerável prática do racismo, que por essa causa muitos pagaram um preço alto por uma simples cor da pele. Vale ressaltar que essa diferença (de cor) ainda continua fazendo muitos sofrerem pelo simples fato de ser "negro". No filme o racismo se mostra bem claro quando o representante do Ministério Público ordena que seu assistente faça ligações para que o acusado seja submetido ao Júri naquela cidade sabendo que ali seria quase impossível a defesa ter êxito e para isso utiliza da força e do poder que tem e, ainda da influência que exerce junto a grandes nomes e devido sua influência política para conseguir condená-lo.
ResponderExcluirO Juiz da causa, também se mostra racista ao negar qualquer pretensão da defesa até mesmo antes de ser oficializada, ou seja, demonstra claramente que está ferindo diretamente o princípio da imparcialidade.
O caso só se torna contrário a vontade dos aplicadores da lei quando por aclamação social o povo se comove com a situação e resolve apoiar Call Lee.
Do ponto de vista da lei brasileira, com base no Art. 121, § 1º, IV, do Código Penal. No que se refere ao caso mostrado no longa-metragem, o crime seria homicídio privilegiado qualificado. Para Jurisprudência brasileira, não caracterizaria como crime hediondo, pois está claramente visível que Call Lee, agiu por impulso ao se deparar com uma situação altamente revoltante.
Jirlei, VII período B – FEST (Direito Penal V)
Diante da analise do filme supracitado, pode-se pontuar que o protagonista após ter ciência que sua filha foi estuprada por dois indivíduos racistas, estes por sua vez, foram presos e levados a julgamento, contudo o protagonista ao encarar a realidade social retratada, sabia que aqueles ficariam impunes, sendo assim este impelido por motivo de relevante valor social e moral decidiu valer-se da "justiça das próprias mãos", e no dia do julgamento ceifou a vida dos dois indivíduos de forma sorrateira, ademais o protagonista foi preso, denunciado por homicídio duplo e levado a júri popular e absolvido pelos jurados.
ResponderExcluirDiante do exposto, e adequando-se o caso mencionado à legislação pátria, houve um típico homicídio qualificado-privilegiado, e este por sua vez é caracterizado quando as circunstancias subjetivas prevalecem sobre as circunstancias objetivas do delito, ademais vale ressaltar que o STF entende que este tipo de crime não é considerado hediondo, sendo assim caso o protagonista fosse condenado, ele poderia usufruir dos benefícios de progressão de regime do CP, e afastando-se das regras estabelecidas pela lei dos crimes hediondos.
Neste sentido vale as pedagógicas palavras de Cleber Masson "Denominação doutrinária e jurisprudencial. Cuida-se, na verdade, de causa de diminuição da pena (minorante). As hipóteses legais de privilégio apresentam caráter subjetivo, não se comunicando aos coautores ou partícipes (art. 30 do CP), se o crime for praticado em concurso de pessoas. Presente uma de tais hipóteses, o juiz deverá diminuir a pena, obrigatoriamente (trata-se de direito subjetivo do agente). Os crimes dolosos contra a vida são de competência do Tribunal do Júri (CF, art. 5º, XXXVIII, d), cabendo o reconhecimento das causas de diminuição da pena aos jurados, não podendo o juiz presidente contrariar a soberania dos veredictos constitucionalmente consagrada (art. 5º, XXXVIII, c). A discricionariedade do juiz limitar-se-á ao quantum da diminuição. O homicídio privilegiado não é crime hediondo, por ausência de previsão na Lei 8.072/1990" (2014 p. 580)
Referência: MASSON, Cleber,Código Penal comentado / Cleber Masson. 2. ed. rev., atual. e ampl. - Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2014
JANAILTON BARROS DE MATOS, VII período B - FEST (Penal V)
O filme vem falar sobre o pai de uma criança de 10 anos que foi estuprada e espancada ate quase a morte por dois homens BRANCOS enquanto voltava do armazém. Após o ocorrido, são levados para a delegacia e o pai da menina chamado por Car Lee, vai à procura d advogado, pois sabiam que os negros eram visto como um lixo naquela cidade em que vivia.
ResponderExcluirNo momento em que os dois rapazes estão sendo levados ao tribunal, Carl Lee, não se aguenta de ódio e inconformado com o que fizeram com sua filha, ele parte para cima dos dois e os mata, e por um acidente acaba machucando um policial. Após isso, ele é preso e levado a julgamento. Como boa parte da cidade era branca e racista, Carll sabia que dificilmente seri absolvido. Entao, Jake advogada e Helen uma estudante de direito decidiram lhe defender.
Com isso, as defensoras de Carll passaram a receber muitas ameaças do povo branco, tiveram suas casas incendiadas, pessoas queridas morrendo e tudo mais. No dia de seu julgamento, ele foi absolvido, mas depois de uma defesa belíssima de Jake.
Carll se enquadraria no crime deste art. 121, §§ 1º e 2º, IV do Código Penal, Homicídio Privilegiado Qualificado, o que exclui a possibilidade de crime hediondo.
Juliana Costa, 7° Período "B" DIREITO - FEST
O filme "Tempo de Matar" ocorre em Canton no Mississipi, onde uma criança de 10 anos chamada Tonya, é pega à força, estuprada e espancada por dois rapazes brancos, Carl Lee pai de Tonya , num acesso de ódio, decide fazer justiça com as próprias mãos e mata os dois quando estão sendo levados ao tribunal para terem o valor da sua fiança decretada, o crime ocorre na frente de diversas testemunhas, além de acidentalmente ferir seriamente um policial.
ResponderExcluirCarl Lee contrata um advogado branco Jake Brigance e Ellen uma obstinada estudante de Direito vão contra todo um preconceito e racismo existente na comunidade daquela cidade para tentar defendê-lo. Os dois acabam sofrendo diversas ameaças e pressões para abandonar o caso, devido ao preconceito e racismo da comunidade daquela cidade.
Por fim a defesa da justiça com as próprias mãos , fica muito relativizada, quando se vê o júri todo branco querendo acabar logo com aquilo, e quando se vêem as condições em que a Justiça trabalha numa sociedade profundamente racista como a que o filme retrata. O que o autor parece querer dizer é que simplesmente a Justiça não é justa com os negros, e por isso é que nesse caso específico é justo e admissível que o negro faça a justiça com as próprias mãos.
O crime se enquadraria no homicídio qualificado-privilegiado, não se enquadrando das regras estabelecidas pela lei dos crimes hediondos.
Mikaele Lima Santana
FEST-7º"B"
O filme relata a historia de um julgamento que tem como principal personagem um homem negro, que foi levado a um jure popular, por cometer duplo homicidio. Devido ter sua filha de 10 anos vítima de estupro por dois jovens brancos e preconceituosos. A falta de perspectiva de punidade pelo crime cometido a sua filha, fez com que o personagem realizasse justiça com as próprias mãos, cometendo duplo homicídio e tentativa de homicídio com lesão corporal gravíssima em decorrência do ferimento causado na perna do policial .
ResponderExcluirPelo ordenamento jurídico patrio o crime cometido pelo ator principal caulim não é tipificado como crime hediondo e sim um homicídio privilegiado e qualificado de acordo com Artigo 121 do Código Penal brasileiro , o que exclui a tipificação do crime como hediondo, por não constar no rol dos artigos da lei n° 8.072/90.
Adriele Duarte 7 periodo B noturno FEST
Em tempo de matar, filme onde o ocorrido acontece nos Estados Unidos, país com muitos estados de leis rígidas, o crime cometido enfrenta uma linha tênue, tendo o racismo como causa de conflito nas decisões tomadas pelas autoridades. Onde uma condenação que seria severa em função do crime cometido poderia ter forte influência social e talvez não assumiria esse caráter. Se fosse um crime da mesma espécie praticado no Brasil com certeza geraria muita polêmica, pois certamente deixaria de ser um crime hediondo, pois no mesmo contexto o pai que cometera o crime de homicídio qualificado, estaria movido por relevante valor moral, oque acarretaria um privilégio que é um elemento subjetivo enquanto que a qualificadora da emboscada art.121,inc.IV, se trata de elemento objetivo, portanto o privilégio com certeza teria um peso maior aqui na interpretação da nossa lei penal numa situação como a do filme a interpretação estaria prejudicada e influenciada por fatores externos,ja direito penal brasileiro a condenação sofreria fatores intrínsecos de acordo com a hermenêutica adotada.
ResponderExcluirEDERSON WILLIAM GUIMARAES 7º PERÍODO TURMA B
O filme Tempo de Matar conta a história de Carl Lee Hailey, um negro que vive na cidade de Canton, no Mississipim onde a sociedade ainda é muito marcada pelo racismo. Em dado momento, Carl Lee tem sua filha de dez anos espancada e estuprada por dois indivíduos brancos e racistas. Os dois acabam sendo presos e levados a justiça, porém a sentença seria o pagamento de fiança. O pai da garota então chega ao tribunal no momento em que seria decretado o valor da fiança e começa a atirar contra os dois, vindo a matá-los, além de ferir um policial que fazia a escolta.
ResponderExcluirFazendo uma analise jurídica do filme, podemos identificar um homicídio qualificado-privilegiado, vale lembrar que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL entende que o delito em tela não é considerado crime hediondo; podendo assim o réu usufruir de alguns benefícios do CÓDIGO PENAL.(Art. 121, § 1º)
Lindson Leitão Da Silva - 7ª Período “B” - FEST. (Direito Penal V)
Sem delongas. Carl Lee, pai da vítima de espancamento e estupro, cometido por dois meliantes brancos, na cidade de Canton, com a maioria dos seus moradores brancos, são marcados pelo racismo. Inconformado com o fato narrado, Carl, analisando as reais consequências que teriam os tais meliantes, não se daria por satisfeito, resolveu usar a sua própria justiça, levado pelos sentimentos, pela moral, valores sociais e muita emoção, no dia do julgamento dos tais, Carl, acaba que almejando com arma de fogo os dois, tendo como resultado as mortes de ambos, com isso, Carl, vai a julgamento por ter cometido o crime de homicídio privilegiado-qualificado, art. 121, §§ 1º,2º,IV, C.P., configurando o homicídio privilegiado-qualificado, afasta a possibilidade de ser um crime hediondo, logo, não se encontra no rol do art. 1º da Lei 8.072/90. Destarte, podemos concluir que Carl, cometeu o crime de homicídio privilegiado-qualificado.
ResponderExcluirAline Costa
7 B, noturno, FEST.
O filme TEMPO DE MATAR apresenta várias violações aos direitos fundamentais em uma sociedade ainda marcada,principalmente pelo racismo.O ponto que desperta maior curiosidade no filme é o resultado final do julgamento de Carl Lee.toda situação passada pelo protagonista e toda situação da cidade racista em que ele vive acaba por deixar dúvida sobre como ele seria julgado.O que motivou a prática do homicídio por Carl Lee foi a vingança pelo estupro de sua filha de 10 anos de idade tonya,contra dois brancos preconceituosos.CARL teve a intenção de defender sua moral e estava sob o domínio de forte emoção,praticando um homicídio híbrido, ou seja,privilegiado e qualificado ao mesmo tempo (artigo 121,$1° e 2 inciso IV do CP).Nessa situação esse homicídio não se caracteriza como crime hediondo porque o caráter subjetivo se sobrepõe as circunstâncias objetivas.(Artigo 67 do CP).
ResponderExcluirMARYANGELA VIEIRA LIMA, 7°PERÍODO B- NOTURNO, FEST.
No filme Tempo de Matar, basicamente trata sobre a história do pai de uma menor, na qual sofreu abuso sexual por dois rapazes brancos e bêbados. O pai, Carl Lee, fica inconformado e revoltado com tal situação, e resolve por um "fim" nisso, fazendo justiça com as próprias mãos, ou seja, no dia em que os acusados foram levados ao tribunal, Carl Lee, os pegou de surpresa disparando vários tiros na direção dos mesmos. Jake um jovem advogado, resolveu aceitar defender Carl, mesmo sabendo que seria bastante difícil, pois naquela época a cidade era praticamente completa por brancos, que mostravam ser altamente racistas. Fazendo uma síntese de todo o acontecido no decorrer do filme, o caso ganha uma repercussão imensa, e no dia do juri, a maioria dos depoimentos não favoreceram suficientemente Carl Lee, entretanto seu advogado, Jack, apresente em sua oratória argumentos que, independentemente de provas, consegue convencer os jurados de uma forma completamente emocionante, deixando de lado os argumentos jurídicos e demonstrando argumentos sentimentais. Por fim, Carl Lee foi inocentando pelo júri, respondendo por nenhuma forma do artigo 121 do código penal, que observando bem, se fosse aqui no Brasil, o réu responderia, pelo menos por lesão corporal culposa, por ter atingido também um policial, na perna, no qual está disposto no artigo 129 §6º do Decreto Lei decreto nº 2.848.
ResponderExcluirVictória Lima 7º PERÍODO B NOTURNO FEST
O filme tempo de matar retrata a triste história de uma família negra que residiam no Mississipi, onde o a filha de Carl Lee foi estuprada, e ele carregava consigo o desejo de fazer justiça com as próprias mãos, visto que tinha medo da impunidade, e receio que os estupradores fossem posto em liberdade em um lapso temporal curto, Carl Lee tomado pelo ódio decide matar os acusados no dia do julgamento e fica à espera dos mesmos no tribunal, durante a execução do crime privilegiado e qualificado(Art 121 $1 e inciso IV do CP) ele acaba perdendo o controle e ferindo o policial que conduzia os estupradores, o crime não se caracteriza hediondo por não estar previsto no rol do art 1 da lei 8.072/90, dessa forma fica caracterizado o crime cometido por Carl Lee como: crime de homicídio privilegiado-qualificado.
ResponderExcluirLucas nascimento da Silva "7" B
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirNo filme Tempo de Matar, o protagonista Carl Lee resolve vingar o estupro da sua filha de 10 anos cometido por dois homens brancos. Sua família sendo negra e sua cidade muito racista, ele teme a impunidade e resolve fazer justiça, no dia do juri, com suas próprias mãos, executando os dois criminosos estando eles algemados, e, consequentemente atingindo um policial. De acordo com o artigo 121, §1º e 2º do Código Penal, a conduta do agente alcança dois elementos, a privilegiada e qualificada, sendo assim, o crime não se classifica como hediondo. Sem deixar de falar, que Carl Lee agiu sobre domínio de violenta emoção. Portanto, a atitude tomada pelo pai, não se enquadra a crime hediondo pelo privilégio do crime cometido. Por fim, Carl Lee foi processado pelo duplo homicídio, mas, absorvido pelo o juri, deixando também a população comovida com tal situação, a ponto de abraçarem essa causa.
ResponderExcluirNathana Marinho - 7° B - Noturno - FEST.
No filme tempo de matar, o personagem "Carl" para de defender a honra de sua filha de apenas 10 anos de idade que sofreu um estupro,prática um homicídio qualificado(Homicídio é o ato de matar uma pessoa, quer seja de forma voluntária ou involuntária. É sinônimo de assassínio ou assassinato, é qualificado quando é praticado em circunstâncias que revelem especial censurabilidade ou perversidade).Ele é classificado como crime hediondo,segundo o artigo 122,paragora. 1 e 2 do CP. Porém, por ter relevante valor social e moral, já se torna um crime homicídio qualificado e privilegiado( homicídio privilegiado quando é praticado sob o domínio de uma compreensível emoção violenta, compaixão, desespero ou motivo de relevante valor social ou moral, que diminuam sensivelmente a culpa do homicida). Assim, não sendo mais crime hediondo. Com a ajuda do advogado, o Carl que sofria também preconceito racial por ser negros, conseguiu ser absolvido pelo júri, justificando a sua condita por estar em uma forte emoção pelo o que aconteceu a sua filha.
ResponderExcluirYasmin elizeu de Macedo. 7° período "b" da FEST
O filme “tempo de matar “ retrata uma triste historia nos Estados Unidos de um pai chamado “Carl Lee” que teve sua filha de 10 anos estuprada por vândalos racistas, que pagaram com suas próprias vidas as conseqüências desse delito. Após saber que sua filha tinha sido vitima de estupro, o pai negro fez justiça com suas próprias mãos diante da família dos estupradores de sua filha, ocasionando assim o crime privilegiado qualificado artigo 121, parágrafo 1 e 2 do codigo penal. A partir daí começou uma luta contra o tempo e contra a justiça para o mesmo provar sua inocência diante das circunstâncias da ação do crime. Dessa forma Carl Lee conta a ajuda de um excelente advogado chamado Jake Brigance que o defende com muito conhecimento e persistência , ganhando sua absolvição e provando a todos que a reação de um pai diante de tamanha situação e independe de cor , não seria diferente.
ResponderExcluirFrancisco Aurélio, 7 período “B” noturno-Fest
o Filme Tempo de Matar, relata a história de um Pai indignado pelo estupro de sua
ResponderExcluirfilha de dez anos, por dois homens bêbados. 0 pai no auge de sua
raiva acabou tirando a vida dos criminosos que violentaram sua filha menor e acabou sendo levado a júri popular para
responder por duplo homicídio qualificado,porém ao final acabou inocentado pelo júri.
No caso a que se refere, se cometido no Brasil não seria hediondo pois não estar elencado no art.1º da lei 8.072/90 e
pelo o art. 121 § 1º e § 2º,IV homicídio privilegiado e qualificado do Código Penal.
Quanto ao preconceito, é notório o olhar racista das autoridades para com o pai, infelizmesmente é uma mazela
que perdura em nossa sociedade até os dias atuais.
PATRÍCIA RODRIGUES 7°PERÍODO NOTURO -FEST
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO filme refere-se ao julgamento de "Carl Lee", um homem negro que é julgado pelo assassinato de dois homens brancos, que estupraram sua filha de 10 anos,o cenário do filme é uma pequena cidade do interior da Califórnia, onde a maioria da população é branca, colocando em pauta o racismo que ainda predomina em grande parte dos EUA, diante de tais circunstancias, inicia-se uma batalha judicial, entre o advogado de defesa e a procuradoria, na qual a defesa argumenta que o réu estava sob efeito de forte emoção, motivada pela morte da filha e pelo efetivo risco de que os autores do crime fossem inocentados. No entanto a Procuradoria rebate esta tese baseando-se em critérios objetivos. Assim se desenvolve o embate jurídico até o momento da argumentação final, onde a acusação reafirma suas teses sobre a culpabilidade do réu, levantando todas as provas que existem contra ele e citando os dispositivos legais que o condenam, enquanto a defesa utiliza-se de forte apelo emocional, descrevendo detalhadamente o estupro da filha do acusado, e fazendo uma reflexão final a respeito da identidade racial da criança, questionando aos jurados como seria se a referida garota fosse branca, causando assim, grande comoção, a defesa consegue a absolviçaõ do acusado.
ResponderExcluirSe tal crime ocorresse no Brasil, estaria este regulamentado pelo art 121,§ 1°, 2°,IV, do Código Penal(homicídio privilegiado-qaulificado), não sendo caracterizado como crime hediondo, por não se encaixar no rol taxativo do art. 1º da Lei 8.072/90 (Lei dos Crimes Hediondos.
FERNANDA M. CARVALHO, 7°B NOTURNO- FEST
No filme Tempo de Matar o personagem principal Carl Lee, um homen negro fez justiça com as próprias mãos, pois não acreditava na justiça vigente em sua sociedade e acreditava que a impunidade prevaleceria.O personagem foi preso depois que assassinou os dois jovens que estruparam e violentaram sua filha de apenas 10 anos de idade.
ResponderExcluirUm fato que não foi colocado no filme é a falta de punição para o acusado pois deveria ter sido enquadrado em pelo menos lesão corporal devido a ferimento na perna do policial ou seja, se fosse aqui no Brasil ele responderia pelo crime de lesão corporal culposa que é tratado no artigo 129 parágrafo 6 do decreto lei número 848/1940 e a pena prevista seria de 2 anos e 2 meses a um ano de detenção. Não responderia pelo crime hediondo, pois não tem as caracteristicas estipuladas no rol da lei n°8072/90.
DEA BARROS 7 PERIODO B FEST
No filme Tempo de Matar o personagem principal Carl Lee, um homen negro fez justiça com as próprias mãos, pois não acreditava na justiça vigente em sua sociedade e acreditava que a impunidade prevaleceria.O personagem foi preso depois que assassinou os dois jovens que estruparam e violentaram sua filha de apenas 10 anos de idade.
ResponderExcluirUm fato que não foi colocado no filme é a falta de punição para o acusado pois deveria ter sido enquadrado em pelo menos lesão corporal devido a ferimento na perna do policial ou seja, se fosse aqui no Brasil ele responderia pelo crime de lesão corporal culposa que é tratado no artigo 129 parágrafo 6 do decreto lei número 848/1940 e a pena prevista seria de 2 anos e 2 meses a um ano de detenção. Não responderia pelo crime hediondo, pois não tem as caracteristicas estipuladas no rol da lei n°8072/90.
DEA BARROS 7 PERIODO B FEST
Relatando o julgamento de Carl Lee, o filme “Tempo de matar” conta a história de um homem negro que se revolta com os estupradores de sua filha Tonya de 10 anos, que ao serem presos e levados a julgamento, Carl resolve fazer justiça com as próprias mãos, ferindo até policiais que acompanhavam o caso. O fato ocorre nos anos 90 na cidade de Mississipi, nos Estados Unidos.
ResponderExcluirCarl recebe a ajuda de estudantes de direito, que criam argumentos para sua defesa. Tentando provar a falta de consciência no momento do delito por parte de Carl, seus advogados entram em uma batalha judicial, pois a acusação continua a persistir que Carl deve pagar pelos seus dois homicídios a homens brancos.
Ao final, faltaram provas judiciais, por parte da acusação que pudessem condenar Carl, sendo este absolvido do crime cometido. Apesar que Carl, poderia se enquadrar nos §§1º e 2º, IV, do artigo 121, do Código Penal, classificado como homicídio privilegiado, excluindo totalmente a hipótese de crime hediondo.
DERAHYLE HACKYNEPE, 7º"B" NOTURNO - FEST
O filme "Tempo de matar" trata-se do julgamento de Carl Lee, um homem negro que é julgado pelo assassinato de dois jovens, que estupraram sua filha de 10 anos, era uma disputa no tribunal, entre o advogado de defesa (JakeBrigance) e a procuradoria, na qual é determinada pela busca de provas e argumentações, onde o fator determinante é o gerenciamento de razão (Direito Objetivo) e emoção (Direito Subjetivo) e a argumentação final. A Parte da defesa tenta provar que o acusado estava fora de sua consciência no momento do assassinato, utilizando-se de métodos indutivos, ele tenta provar que seu cliente estava transtornado por diversos fatores, porém a procuradoria esmaga esta teoria, utilizando-se de métodos dedutivos, faz o júri entender que no momento do crime o acusado estava em perfeitas condições de raciocínio, sabendo separar o certo do errado.
ResponderExcluirPodemos encaixar perfeitamente a ocorrência do homicídio dos estupradores no artigo 121, § 1º e §2º do Código Penal, ou seja, o homicídio privilegiado qualificado em decorrência de que o autor está sob domínio de violenta emoção e relevante valor moral e social.
Vale lembrar que este caso reflete também as circunstancias atenuantes do artigo 65 do Código Penal, consequentemente a estes fatos, o desqualifica como crime hediondo.
Rafael Araújo Bahia
Diante do filme assistido , a historia relata um pai que se chama Carl Lee, que decidiu vingar a morte de sua filha de 10 anos de idade que foi estuprada por dois homens brancos, que tomaram essa atitude por preconceito , então o pai resolve contratar um advogado chamado Jake Bringance para lhe defender pois o mesmo resolve agir com as proprias maos .
ResponderExcluirdiante disso o crime cometido por carl nao tipificaria como hediondo com base na lei n .8072/90 , mas poderia tipificar com base no codigo penal no atigo 121, §1 e §2 , considerado homicio privilegiado qualificado.
o requisito de ser privilegiado se sobressai em relação ao qualificado por se tratar de materia subjetiva .
Verônica Correia Nunes.
O FILME "TEMPO DE MATAR" DESCREVE UMA VINGANÇA NO QUAL UMA MENOR SOFRE UM ABUSO SEXUAL SEU PAI REVOLTADO POR ELA TER APENAS 10 ANOS DE IDADE E SER NEGRA, FOI ABUSADA POR DOIS HOMENS BRANCOS, SEU PAI CARL LEE DECIDE MATAR OS DOIS HOMENS A TIROS POIS VIU QUE A JUSTIÇA ESTAVA SENDO NEGLIGENTE POR SER NEGRO, VISTO QUE SUA FILHA VEIO A ÓBITO POR TAMANHA VIOLÊNCIA FAZENDO COM QUE O PAI ASSINE OS DOIS ESTUPRADORES ONDE ESTAVA NO JULGAMENTO ALGEMADOS . DESSA FORMA O CARL LEE RESPONDERA POR CRIME HOMICÍDIO PRIVILEGIADO E QUALIFICADO CONFORME A LEI PENAL ARTIGO 121, § 1 e § 2, IV, RETIRANDO NATUREZA ADICIONADA DO CRIME RELATADO.
ResponderExcluirTAIANE CAVALCANTE
7 PERÍODO NOTURNO